ONU apoia unidade do Iraque e diz que referendo curdo pode desestabilizar região

O secretário-geral da ONU, Antonio Guterres, manifestou seu apoio a "soberania, a integridade territorial a e unidade do Iraque" e advertiu que o referendo de independência do Curdistão pode ter "efeitos desestabilizadores"; nesta segunda (25), mais de 5,3 milhões de curdos foram chamados hoje às urnas para decidir sobre a autonomia dos territórios curdos no Iraque

O secretário-geral da ONU, Antonio Guterres, manifestou seu apoio a "soberania, a integridade territorial a e unidade do Iraque" e advertiu que o referendo de independência do Curdistão pode ter "efeitos desestabilizadores"; nesta segunda (25), mais de 5,3 milhões de curdos foram chamados hoje às urnas para decidir sobre a autonomia dos territórios curdos no Iraque
O secretário-geral da ONU, Antonio Guterres, manifestou seu apoio a "soberania, a integridade territorial a e unidade do Iraque" e advertiu que o referendo de independência do Curdistão pode ter "efeitos desestabilizadores"; nesta segunda (25), mais de 5,3 milhões de curdos foram chamados hoje às urnas para decidir sobre a autonomia dos territórios curdos no Iraque (Foto: Charles Nisz)

Agência Brasil - O secretário-geral da ONU, António Guterres, manifestou seu apoio nesta segunda-feira (25) a "soberania, a integridade territorial a e unidade do Iraque" e advertiu que o referendo de independência do Curdistão pode ter "efeitos desestabilizadores". 

Guterres "está preocupado com os potenciais efeitos desestabilizadores do referendo de hoje na região iraquiana do Curdistão", disse seu porta-voz, Stéphane Dujarric. Segundo ele, o chefe da ONU considera que todas as questões pendentes entre o governo federal e o governo regional do Curdistão “devem ser resolvidas com um diálogo estruturado e um compromisso construtivo".

Dujarric disse ainda que as Nações Unidas esperam que todas as suas atividades em território iraquiano, incluindo o Curdistão, possam continuar sem impedimentos.

Mais de 5,3 milhões de curdos foram chamados hoje às urnas nos colégios eleitorais distribuídos nas quatro províncias da região - Dohuk, Erbil, Suleimaniya e Halabja - e nos territórios disputados entre Bagdá e o Curdistão nas províncias de Kirkuk, Diyala e Ninawa. Estas regiões dependem administrativamente do governo central, mas são controladas militarmente de fato pelas forças curdas "peshmergas".

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