Palestina acusa Israel de impedir a paz e prosseguir colonialismo

Dirigente palestino diz que governo sionista de Naftali Bennett não está interessado na paz

Primeiro-ministro palestino, Mohammad Shtayyeh
Primeiro-ministro palestino, Mohammad Shtayyeh (Foto: Prensa Latina)
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247 - O primeiro-ministro palestino, Mohammad Shtayyeh, denunciou nesta segunda-feira (20)que o programa do governo israelense busca expandir os assentamentos sionistas, confiscar mais terras e abolir a base geográfica de um futuro Estado para seu povo.

A recusa do primeiro-ministro israelense, Naftali Bennett, em se reunir com o presidente palestino, Mahmoud Abbas, reiniciar as negociações de paz para a criação do Estado palestino mostra que ele não está interessado na paz, disse Shtayyeh durante uma reunião com o gabinete.

Em resposta, ele convidou a comunidade internacional a agir para deter as ações de Tel Aviv, informa a Prensa Latina.

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Durante sua visita aos EUA no mês passado, Bennett deixou claro sua rejeição às conversas com a liderança palestina e à criação de um Estado palestino.

Conhecido por suas posições de direita e ultranacionalista, o chefe do partido Yamina garantiu ao jornal americano The New York Times que não haveria solução para o conflito no futuro próximo.

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Uma semana depois, durante uma videoconferência com líderes de organizações judaicas americanas, o primeiro-ministro confirmou sua posição.

Ele justificou a posição com a decisão de Abbas de apoiar as investigações do Tribunal Penal Internacional sobre crimes cometidos por Tel Aviv na Faixa de Gaza e na Cisjordânia, incluindo Jerusalém Oriental.

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