Panamá se diz surpreso com decisão de Maduro

Presidente Nicolás Maduro, rompeu as relações políticas e diplomáticas, além de congelar operações econômicas e comerciais com o país, após o Panamá convocar uma reunião privada na sede da Organização dos Estados Americanos (OEA), com o objetivo de discutir a situação política na Venezuela; “O único objetivo de ajudar os diferentes atores do país-irmão a fortalecer a democracia e os direitos humanos”, disse o presidente Ricardo Martinelli

Presidente Nicolás Maduro, rompeu as relações políticas e diplomáticas, além de congelar operações econômicas e comerciais com o país, após o Panamá convocar uma reunião privada na sede da Organização dos Estados Americanos (OEA), com o objetivo de discutir a situação política na Venezuela; “O único objetivo de ajudar os diferentes atores do país-irmão a fortalecer a democracia e os direitos humanos”, disse o presidente Ricardo Martinelli
Presidente Nicolás Maduro, rompeu as relações políticas e diplomáticas, além de congelar operações econômicas e comerciais com o país, após o Panamá convocar uma reunião privada na sede da Organização dos Estados Americanos (OEA), com o objetivo de discutir a situação política na Venezuela; “O único objetivo de ajudar os diferentes atores do país-irmão a fortalecer a democracia e os direitos humanos”, disse o presidente Ricardo Martinelli (Foto: Roberta Namour)
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Leandra Felipe - Enviada Especial da Agência Brasil/EBC
O governo do Panamá respondeu na noite dessa quarta-feira (5) ao anúncio do presidente venezuelano, Nicolás Maduro, sobre a ruptura de relações políticas e diplomáticas e o congelamento de operações econômicas e comerciais com o país. Em nota, o governo do presidente Ricardo Martinelli expressou "assombro".

O Panamá convocou uma reunião privada para hoje (6) na sede da Organização dos Estados Americanos (OEA), com o objetivo de discutir a situação política na Venezuela, após três semanas de protestos ininterruptos de movimentos da sociedade e de setores de oposição no país.

"Tomamos a atitude de promover a reunião na OEA com o único objetivo de ajudar os diferentes atores do país-irmão a fortalecer a democracia e os direitos humanos", diz o texto. "Não entendemos os temores do governo venezuelano", completa.

A iniciativa do governo panamenho foi considerada pelo governo de Maduro "uma ingerência nos assuntos internos da Venezuela" e, por isso, Maduro anunciou ontem o rompimento das relações. Na nota divulgada pela Presidência da República do Panamá, o presidente Ricardo Martenelli diz "desejar a paz e o fortalecimento da democracia venezuelana".

No comunicado, o governo do Panamá negou que tenha "se intrometido em assuntos venezuelanos" e se defendeu dizendo que a Venezuela já havia adotado medida semelhante em 1989, quando o Panamá passava por uma fase de instabilidade política e de conflitos sociais internos.

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