Parlasul aprova permanência da representação da Venezuela

A Mesa Diretora do Parlamento do Mercado Comum do Sul (Parlasul) aprovou nesta segunda-feira a permanência da representação da República Bolivariana da Venezuela no órgão legislativo regional

A Mesa Diretora do Parlamento do Mercado Comum do Sul (Parlasul) aprovou nesta segunda-feira a permanência da representação da República Bolivariana da Venezuela no órgão legislativo regional
A Mesa Diretora do Parlamento do Mercado Comum do Sul (Parlasul) aprovou nesta segunda-feira a permanência da representação da República Bolivariana da Venezuela no órgão legislativo regional (Foto: Gisele Federicce)

Caracas, Agencia Venezuelana de Noticias (AVN) - A Mesa Diretora do Parlamento do Mercado Comum do Sul (Parlasul) aprovou nesta segunda-feira a permanência da representação da República Bolivariana da Venezuela no órgão legislativo regional.

Segundo informação publicada na página web do Parlasul, a Mesa Diretora "decidiu que se elabore uma proposta de disposição para ser votada na próxima sessão plenária. Esta proposta notificará ao Conselho do Mercado Comum (CMC) a não aceitação da sanção à Venezuela por carecer de base jurídica e elevará uma consulta ao Tribunal Permanente de Revisão do Mercosul a respeito".

A sessão plenária será realizada na segunda-feira, 27 de março, em Montevidéu, no Uruguai.

"Por unanimidade a Mesa Diretora decidiu que a delegação venezuelana permanece com todos seus direitos, com toda sua delegação, e com todas suas atribuições e responsabilidades, tanto na plenária como nas comissões", disse no final da reunião o vice-presidente da delegação venezuelana, deputado Luis Emilio Rondón.

Desde que a Venezuela assumiu em 29 de julho a presidência Pro tempore do Mercosul, os governos de direita da Argentina, Paraguai e Brasil realizam uma campanha para tentar deslegitimar o país e anular seu exercício no organismo, o que contradiz as normas do bloco.

O resultado desta reunião foi celebrado pela ministra das Relações Exteriores da Venezuela. "O Parlasul decidiu não reconhecer as ações sem base jurídica cometidas pela Tríplice Aliança contra a Venezuela no Mercosul", escreveu Delcy Rodríguez em sua conta no Twitter.

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