Participação na eleição presidencial da França alcança 28,23%

A participação no segundo turno das eleições presidenciais na França alcançou 28,23%  hoje (7) ao meio-dia (horário local, 7h em Brasília), número praticamente igual ao registrado nesse mesmo horário no primeiro turno, que foi 28,54%, informou o Ministério do Interior. A informação é da Agência EFE; no entanto, as condições meteorológicas adversas em quase toda a França e a rejeição que ambos geram em parte da sociedade provocaram dúvidas sobre um possível aumento da abstenção

Uma montagem com as fotos dos candidatos à Presidência da França Marine Le Pen e Emmanuel Macron. 02/03/2017 (esquerda) e 13/04/2017 (direita) REUTERS/Charles Platiau
Uma montagem com as fotos dos candidatos à Presidência da França Marine Le Pen e Emmanuel Macron. 02/03/2017 (esquerda) e 13/04/2017 (direita) REUTERS/Charles Platiau (Foto: Leonardo Attuch)
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Da Agência EFE

A participação no segundo turno das eleições presidenciais na França alcançou 28,23%  hoje (7) ao meio-dia (horário local, 7h em Brasília), número praticamente igual ao registrado nesse mesmo horário no primeiro turno, que foi 28,54%, informou o Ministério do Interior. A informação é da Agência EFE.

No primeiro turno, há duas semanas, a votação foi encerrada com uma participação de 77,77%.

Com relação ao segundo turno das eleições presidenciais de cinco anos atrás, a porcentagem de hoje representa uma leve diminuição. Em 2012, 30,66% dos franceses com direito a voto tinha comparecido às urnas nesse horário. Tais eleições fecharam com 80,35% de participação. No entanto, se comparado à participação de meio-dia do pleito de 2007 a porcentagem atual é bastante inferior, embora naquela ocasião tenha existido uma alta afluência nas urnas, o que não é habitual.

Desde 1969, o segundo turno das eleições presidenciais leva mais gente aos colégios eleitorais do que o primeiro.

Os analistas acreditam que uma alta participação beneficiaria o social liberal Emmanuel Macron frente a seu rival, a candidata ultradireitista Marine Le Pen.

No entanto, as condições meteorológicas adversas em quase toda a França e a rejeição que ambos geram em parte da sociedade provocaram dúvidas sobre um possível aumento da abstenção.

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