Pepe: Moscou e Pequim já veem BRICS sem o Brasil

O jornalista Pepe Escobar comenta o futuro do BRICS e uma possível saída do Brasil da cúpula, devido à mudança política que o País enfrenta desde o golpe de 2016, além da incorporação de novos países membros que, segundo ele, "ampliaria e fortaleceria o bloco"; em sua análise à TV 247, ele ainda comenta a respeito da guerra comercial envolvendo EUA e China; pare Escobar, "por mais que os estadunidenses pressionem os chineses, a potência asiática não irá ceder"; assista

Pepe: Moscou e Pequim já veem BRICS sem o Brasil
Pepe: Moscou e Pequim já veem BRICS sem o Brasil

247 - O jornalista Pepe Escobar comenta o futuro do BRICS e uma possível saída do Brasil da cúpula, devido a mudança política que o País enfrenta desde o golpe de 2016, além da incorporação de novos países membros que, segundo ele, "ampliaria e fortaleceria o bloco". Em sua análise à TV 247, o jornalista ainda comenta sobre a guerra comercial envolvendo os EUA e China. Pare ele, "por mais que os estadunidenses pressionem os chineses, a potência asiática não irá ceder". 

Brasil se apequena, BRICs cresce 

O jornalista diz que após a ascensão de Michel Temer e o abandono por parte do governo brasileiro às políticas do BRICs, Pequim e Moscou“já veem a cúpula sem a participação do Brasil”. “Pelo menos até a alternância de poder dessa coisa abstrusa que ingressou ao poder agora”, afirma o jornalista, referindo-se a Bolsonaro.

Pepe Escobar relata que durante a cúpula do G-20, ocorrida em Buenos Aires, o presidente da Rússia, Vladimir Putin, fez uma conversa trilateral com a China e Índia, propondo a expansão e fortalecimento do BRICS.

"Foi uma ideia brilhante de Putin. Ele propôs anexar à cúpula países como a Coréia do Sul, Indonésia e Turquia. No futuro o Irã também poderá ser anexado", projeta. 

Guerra comercial 

Nesta semana, Meng Wanzhou, diretora financeira da gigante chinesa de eletrônicos Huawei, foi detida no Canadá, a pedido dos EUA, sob a acusação de infringir sanções econômicas impostas pelo governo americano ao Irã. Após pagar fiança de 7,5 milhões de dólares, ela foi liberada nesta quarta-feira (12). 

Ele afirma que o argumento oficial usado pelos EUA, baseando-se em sanções para prender a executiva, é falso. "Os EUA pressionam a China para que o país ceda e faça concessões, mas isso não irá ocorrer", conclui Pepe Escobar.

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