Petroleiras criticam decisão de Trump de deixar acordo de Paris

A decisão do presidente do Estados Unidos de sair do acordo climático de Paris foi critica por grandes petroleiras, ao contrário do que se poderia imaginar; a Exxon, maior companhia de petróleo dos EUA, já havia enviado uma carta à Casa Branca no mês passado manifestando-se a favor da permanência no acordo por considerar seu escopo "efetivo para enfrentar os riscos da mudança climática"; além dela, Chevron, Shell e BP, outras gigantes globais do setor, se pronunciaram oficialmente a favor do continuidade do acordo

A decisão do presidente do Estados Unidos de sair do acordo climático de Paris foi critica por grandes petroleiras, ao contrário do que se poderia imaginar; a Exxon, maior companhia de petróleo dos EUA, já havia enviado uma carta à Casa Branca no mês passado manifestando-se a favor da permanência no acordo por considerar seu escopo "efetivo para enfrentar os riscos da mudança climática"; além dela, Chevron, Shell e BP, outras gigantes globais do setor, se pronunciaram oficialmente a favor do continuidade do acordo
A decisão do presidente do Estados Unidos de sair do acordo climático de Paris foi critica por grandes petroleiras, ao contrário do que se poderia imaginar; a Exxon, maior companhia de petróleo dos EUA, já havia enviado uma carta à Casa Branca no mês passado manifestando-se a favor da permanência no acordo por considerar seu escopo "efetivo para enfrentar os riscos da mudança climática"; além dela, Chevron, Shell e BP, outras gigantes globais do setor, se pronunciaram oficialmente a favor do continuidade do acordo (Foto: Aquiles Lins)

247 - A decisão do presidente do Estados Unidos de sair do acordo climático de Paris foi critica por grandes petroleiras, ao contrário do que se poderia imaginar.

A Exxon, maior companhia de petróleo dos EUA, já havia enviado uma carta à Casa Branca no mês passado manifestando-se a favor da permanência no acordo por considerar seu escopo "efetivo para enfrentar os riscos da mudança climática". 

Além dela, Chevron, Shell e BP, outras gigantes globais do setor, se pronunciaram oficialmente a favor do continuidade do acordo

O Secretário de Estado, Rex Tillerson, que foi CEO da Exxon de 2006 a 2016, é um dos assessores apontados como contrários à decisão, assim como a filha de Trump, Ivanka, e de seu genro, Jared Kushner.

Curiosamente, uma pesquisa do Programa de Mudança Climática da Universidade Yale aponta que quase metade dos eleitores do republicano (47%) acredita que os EUA devam participar de acordos internacionais para limitar o aquecimento global, enquanto apenas 28% são contrários.

 

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