Pimenta: deve ter tido contrapartida importante para tanta entrega nos EUA

O presidente do PCO, Rui Costa Pimenta, ao analisar a passagem de Jair Bolsonaro nos EUA, que contou com uma visita à CIA, liberação dos vistos para os estadunidenses de forma unilateral e a entrega da base de Alcântara para a Casa Branca, expõe a hipótese de "alguma contrapartida" oculta dos EUA a Bolsonaro que justifique tanta subalternação; em sua análise à TV 247, ele também comenta sobre a campanha Lula Livre as mobilizações contra a Reforma da Previdência"; assista 

Pimenta: deve ter tido contrapartida importante para tanta entrega nos EUA
Pimenta: deve ter tido contrapartida importante para tanta entrega nos EUA

247 - "Deve ter tido contrapartida importante para tanta entrega nos EUA". Essa é constatação do presidente do Partido da Causa Operária (PCO), Rui Costa Pimenta, ao analisar a passagem subserviente de Jair Bolsonaro aos EUA, que contou com uma visita à CIA, liberação dos vistos para os estadunidenses de forma unilateral e a entrega da base de Alcântara para a Casa Branca. Em sua análise à TV 247, ele ressalta que Bolsonaro "faz uma operação ideológica de amor aos EUA contra o próprio povo brasileiro".

Ele segue sua avaliação sobre a visita a presença de Bolsonaro nos EUA e salienta que "ele tinha a obrigação de deixar pública detalhes sobre sua visita na CIA" e que sua ida ao serviço de inteligente estadunidense "significa que o capitão reformado tenta mostrar que seu governo tem força num momento que o governo enfrenta uma crise".

Lula Livre

Pimenta participou do encontro nacional de reorganização dos comitês Lula Livre, neste sábado (15), que reuniu mais de 1.200 ativistas em São Paulo e diversas forças políticas, incluindo o PCO.

O dirigente político classifica o encontro como "um sucesso" e divulga que os dias sete dez de abril serão marcados por uma série de mobilizações em defesa da liberdade do ex-presidente. "É importante mobilizar atos desde já", conclama. 

Em contraponto, ele destaca "o fracasso das manifestações" convocadas pelo Movimento Brasil Livre (MBL) e outros grupos de extrema-direita, no último domingo, contra decisão do STF de determinar que os processos relativos a uso de caixa 2 nas campanhas eleitorais sejam julgados pela Justiça Eleitoral e não mais pela Justiça Comum. (Leia mais aqui). 

22 de março- Dia nacional de lutas

Nesta sexta-feira (22), será realizado o primeiro dia nacional de lutas e paralisações contra a Reforma da Previdência apresentada por Bolsonaro. A data está sendo convocada de forma unitária pelas centrais sindicais brasileiras e terá adesão da classe trabalhadora. 

Pimenta considera que os atos serão grandes, mas que o mais importante "é que as mobilizações sejam as primeiras de muitas" e que "seja o início de uma longa campanha do povo contra a reforma". 

"Se não conseguir aprovar a reforma da Previdência, o governo Bolsonaro acabou", diz ele.

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