Polícia espanhola: traficante do avião presidencial é mula de organização internacional

Fontes da Guarda Civil espanhola avaliam que o segundo-sargento da Aeronáutica Manoel Silva Rodrigues, membro da comitiva do presidente Jair Bolsonaro que foi preso com 39 kg de cocaína, seja parte de uma organização internacional de tráfico de drogas.

247 - Fontes da Guarda Civil espanhola avaliam que o segundo-sargento da Aeronáutica Manoel Silva Rodrigues, membro da comitiva do presidente Jair Bolsonaro em sua viagem à cúpula do G20 no Japão que foi preso com 39 kg de cocaína, seja parte de uma organização internacional de tráfico de drogas. 

Ao jornal El País, essas mesmas fontes não descartam que a cocaína ficaria na Espanha, convencidas de que o detido é uma simples mula de uma organização de traficantes. 

Após a detenção, o sargento brasileiro ficou à disposição do Tribunal de Instrução 11 de Sevilha, que na quarta-feira decretou sua prisão provisória sem fiança, acusando-o de crime contra a saúde pública.

Os 39 quilos de cocaína apreendidos no avião da FAB foram avaliados pela Guarda Civil espanhola em 1,3 milhão de euros (5,6 milhões de reais), faltando ainda detectar a pureza da droga.

O objetivo das investigações agora é saber qual era o destino da droga e por que o militar a descarregou da aeronave quando ele e os outros 20 tripulantes passariam pelo controle alfandegário. A cocaína foi detectada quando os agentes da Guarda Civil passaram a maleta pelo raio-X e observaram a presença de pacotes suspeitos em forma de tijolo em seu interior.

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