Presidente de Cuba denuncia ativação de Tratado contra a Venezuela

O presidente cubano, Miguel Díaz-Canel, denunciou hoje a ativação do Tratado Interamericano de Assistência Recíproca (TIAR) contra a Venezuela, um acordo que contempla o uso da força militar

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O presidente cubano, Miguel Díaz-Canel, denunciou neste sábado (14) a ativação do Tratado Interamericano de Assistência Recíproca (TIAR) contra a Venezuela, um acordo que contempla o uso da força militar. 

Canel afirmou que é vergonhosa a decisão promovida pela Organização dos Estados Americanos (OEA), que qualifica a Venezuela como uma ameaça à paz e à segurança no hemisfério.  

O Ministério das Relações Exteriores de Cuba emitiu uma declaração na sexta-feira (13), na qual rejeita fortemente as tentativas de reativar o TIAR e apontou que o único perigo para a paz e a segurança regional é a interferência dos Estados Unidos e a hostilidade em relação à nação sul-americana.  

Mais uma vez, a desacreditada OEA é o veículo dessa ignomínia, onde um grupo de governos dignos se opôs abertamente a essa decisão, afirmou o comunicado do Ministério das Relações Exteriores.  A nota acrescenta que invocar o TIAR, que os Estados Unidos usavam para justificar intervenções e agressões militares na região, "é uma tentativa deliberada de provocar uma situação que poderia desencadear o uso da força para derrubar o governo legítimo do presidente Nicolás Maduro".  

Os Estados partes no Tratado, no Conselho Permanente da OEA, aprovaram esta semana a constituição do órgão de consulta e convocaram, para a segunda quinzena de setembro, uma reunião para tratar da situação na Venezuela.

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