Presidentes de Israel e Palestina se encontrarão para orações no Vaticano

Os presidentes de Israel e da Palestina se reúnem para um encontro de orações sem precedentes com o Papa Francisco neste domingo, um gesto que ele espera que possa "recriar um desejo, uma possibilidade" de relançar o processo de paz, atualmente paralisado, do Oriente Médio

El Papa Francisco habla con periodistas a bordo del avión papal que lo llevó de regreso al Vaticano desde Jerusalén. 26 de mayo, 2014. El Papa Francisco dijo el lunes los abusos sexuales cometidos por sacerdotes eran un crimen comparable a una "misa sa
El Papa Francisco habla con periodistas a bordo del avión papal que lo llevó de regreso al Vaticano desde Jerusalén. 26 de mayo, 2014. El Papa Francisco dijo el lunes los abusos sexuales cometidos por sacerdotes eran un crimen comparable a una "misa sa (Foto: Leonardo Attuch)

CIDADE DO VATICANO (Reuters) - Os presidentes de Israel e da Palestina se reúnem para um encontro de orações sem precedentes com o Papa Francisco neste domingo, um gesto que ele espera que possa "recriar um desejo, uma possibilidade" de relançar o processo de paz, atualmente paralisado, do Oriente Médio.

O Vaticano minimizou qualquer expectativa de que a reunião de domingo à noite entre Shimon Peres e Mahmoud Abbas – anunciada como uma "pausa na política" – leve a qualquer avanço imediato dos problemas da região e diz que não está interferindo em assuntos regionais.

"Ninguém é tão presunçoso a ponto de pensar que a paz vai acontecer na segunda-feira", disse o padre Pierbattista Pizzaballa, o encarregado dos locais católicos na Terra Santa e um dos principais organizadores do encontro.

"A intenção dessa iniciativa é de reabrir uma estrada que está fechada há algum tempo, de recriar um desejo, uma possibilidade, de fazer as pessoas sonharem", disse, acrescentando que o papa não quer se envolver em detalhes de questões como fronteiras ou assentamentos.

O primeiro-ministro de Israel, Benjamin Netanyahu, principal tomador de decisões de Israel, não está participando do encontro e se recusa a lidar com o governo palestino de unidade nacional, apoiado pelo grupo islâmico Hamas, que Abbas empossou na semana passada. Peres deve deixar o cargo no mês que vem.

(Por Philip Pullella)

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