Primeiro de Maio argentino tem Dilma e protesto anti-Macri

O Dia do Trabalhador em Buenos Aires foi marcado por críticas ao aumento das tarifas de gás, luz e transporte feito pelo governo Macri; o governo argentino está retirando quase todos os subsídios que eram oferecidos a esses serviços durante os governos Kirchner; a reforma trabalhista argentina também foi alvo de protestos; a ex-presidente Dilma Rousseff marcou presença, convidada pela  CGT (Confederação Geral do Trabalho), e gritou por Lula Livre

O Dia do Trabalhador em Buenos Aires foi marcado por críticas ao aumento das tarifas de gás, luz e transporte feito pelo governo Macri; o governo argentino está retirando quase todos os subsídios que eram oferecidos a esses serviços durante os governos Kirchner; a reforma trabalhista argentina também foi alvo de protestos; a ex-presidente Dilma Rousseff marcou presença, convidada pela  CGT (Confederação Geral do Trabalho), e gritou por Lula Livre
O Dia do Trabalhador em Buenos Aires foi marcado por críticas ao aumento das tarifas de gás, luz e transporte feito pelo governo Macri; o governo argentino está retirando quase todos os subsídios que eram oferecidos a esses serviços durante os governos Kirchner; a reforma trabalhista argentina também foi alvo de protestos; a ex-presidente Dilma Rousseff marcou presença, convidada pela  CGT (Confederação Geral do Trabalho), e gritou por Lula Livre (Foto: Gustavo Conde)

247 - O Dia do Trabalhador em Buenos Aires foi marcado por críticas ao aumento das tarifas de gás, luz e transporte feito pelo governo Macri. O governo argentino está retirando quase todos os subsídios que eram oferecidos a esses serviços durante os governos Kirchner. A reforma trabalhista argentina também foi alvo de protestos.

Na Praça de Maio, movimentos sociais, partidos, sindicatos e grupos feministas marcaram presença e reivindicaram atenção às pautas sociais, abandonadas por Mauricio Macri.

A CGT (Confederação Geral do Trabalho, maior central sindical do país) atraiu muita gente em sua sede convidou a ex-presidente brasileira Dilma Rousseff (2011-16) que marcou presença e gritou por Lula Livre.

“A petista fez críticas ao que chama de golpe que, segundo ela, "começou com meu impeachment e culmina agora com a prisão de Lula". "Meu impeachment foi ilegítimo porque não houve crime de responsabilidade", repetiu aos presentes. Pouco antes, Dilma havia estado na Feira do Livro, também na capital argentina, e defendido o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (2003-2010).

"No Brasil usaram a lei para violar a lei. O golpe buscou enquadrar o Brasil no neoliberalismo, buscou acabar comigo e converter Lula em uma vítima da Justiça”, disse a ex-presidente brasileira.”

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