Procuradora diz ter provas da Odebrecht contra Maduro

O procurador-geral da Colômbia, Fernando Carrillo, afirmou hoje (22) que a ex-procuradora-geral da Venezuela, Luisa Ortega, tem provas para revelar o escândalo do pagamento de propinas por parte da Odebrecht em seu país; "Ela tem as evidências, os documentos e as faturas dos elementos fundamentais para revelar a corrupção relacionada com a Odebrecht na Venezuela", disse a jornalistas o titular do Ministério Público colombiano. Segundo ele, se estes fatos de corrupção vierem à tona, ajudarão a toda a América Latina e a todo o povo venezuelano; "Os ditadores caem quando a corrupção se torna clara", acrescentou

O procurador-geral da Colômbia, Fernando Carrillo, afirmou hoje (22) que a ex-procuradora-geral da Venezuela, Luisa Ortega, tem provas para revelar o escândalo do pagamento de propinas por parte da Odebrecht em seu país; "Ela tem as evidências, os documentos e as faturas dos elementos fundamentais para revelar a corrupção relacionada com a Odebrecht na Venezuela", disse a jornalistas o titular do Ministério Público colombiano. Segundo ele, se estes fatos de corrupção vierem à tona, ajudarão a toda a América Latina e a todo o povo venezuelano; "Os ditadores caem quando a corrupção se torna clara", acrescentou
O procurador-geral da Colômbia, Fernando Carrillo, afirmou hoje (22) que a ex-procuradora-geral da Venezuela, Luisa Ortega, tem provas para revelar o escândalo do pagamento de propinas por parte da Odebrecht em seu país; "Ela tem as evidências, os documentos e as faturas dos elementos fundamentais para revelar a corrupção relacionada com a Odebrecht na Venezuela", disse a jornalistas o titular do Ministério Público colombiano. Segundo ele, se estes fatos de corrupção vierem à tona, ajudarão a toda a América Latina e a todo o povo venezuelano; "Os ditadores caem quando a corrupção se torna clara", acrescentou (Foto: Aquiles Lins)

Agência Brasil - O procurador-geral da Colômbia, Fernando Carrillo, afirmou hoje (22) que a ex-procuradora-geral da Venezuela, Luisa Ortega, tem provas para revelar o escândalo do pagamento de propinas por parte da construtora brasileira Odebrecht em seu país. A informação é da EFE.

"Ela tem as evidências, os documentos e as faturas dos elementos fundamentais para revelar a corrupção relacionada com a Odebrecht na Venezuela", disse a jornalistas o titular do Ministério Público colombiano. Segundo ele, se estes fatos de corrupção vierem à tona, ajudarão a toda a América Latina e a todo o povo venezuelano. "Os ditadores caem quando a corrupção se torna clara", acrescentou.

Carrillo lembrou que o falecido ditador chileno Augusto Pinochet "foi derrubado quando descobriram suas contas (irregulares) em Washington" e que o ex-presidente peruano Alberto Fujimori "caiu quando foram descobertos os vídeos" de seu assessor Vladimiro Montesinos cometendo atos fraudulentos.

"O povo sente a corrupção internacional e a retirada do apoio popular acontece quando ela se torna clara", falou Carrillo. Ele lembrou queLuisa Ortega, que chegou na sexta-feira (18) à Colômbia em companhia do marido, o deputado chavista Germán Ferrer, afirmou, em uma mensagem a procuradores e promotores reunidos na semana passada no México, que tem evidências para provar supostos vínculos de políticos da Venezuela com a Odebrecht.

No Brasil

A autoridade migratória da Colômbia informou em um comunicado que Ortega saiu hoje (22) de Bogotá com destino ao Brasil, mas não disse se ela viajou acompanhada do marido e de dois de seus assessores.

A ex-procuradora-geral da Venezuela participa amanhã (23) da 22ª Reunião Especializada de Ministérios Públicos do Mercosul, em Brasília, a convite da Procuradoria-Geral da República do Brasil.

Rota de fuga

Ortega chegou na última sexta-feira (18) ao aeroporto El Dorado, em Bogotá, vindo de Aruba depois de um percurso que, segundo relatos da imprensa local, começou em Caracas e prosseguiu no litoral da Península de Paraguaná, no noroeste da Venezuela, de onde ela viajou de lancha até a ilha caribenha.

Segundo a imprensa local, no pequeno avião que desembarcou em Bogotá estavam também a ex-diretora do escritório de Ortega, Gioconda González, e o procurador anticorrupção Arturo Vilar Esteves.

O presidente da Colômbia, Juan Manuel Santos, disse ontem no Twitter que Ortega "estava sob proteção do governo colombiano" e que "se pedir asilo, será dado", o que foi duramente criticado pela Venezuela.

Luisa Ortega foi destituída como procuradora-geral da Venezuela no último dia 5 de agosto, sob alegação de "atos imorais", pela Assembleia Nacional Constituinte, cuja convocação foi questionada por ela quando ocupava o cargo.

Contra o marido de Ortega foi decretada uma ordem de prisão sob a acusação de que ele teria participado de uma trama de extorsão que supostamente funcionava no Ministério Público.

Pediu prisão

O presidente da Venezuela, Nicolás Maduro, disse nesta terça-feira (22) que pedirá à Interpol a captura da ex-procuradora-geral venezuelana, Luisa Ortega, e de seu marido, o deputado chavista Germán Ferrer, que "fugiram" do país na sexta-feira passada.

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