Professores lideram protesto contra Macri nas ruas de Buenos Aires

Professores argentinos conseguiram a adesão de trabalhadores de várias categorias e promovem hoje (23) um protesto nas principais avenidas de Buenos Aires. Os professores protestam contra a lei da paridade etária e mudanças no financiamento educativo; professores reivindicam a abertura da discussão que estabelece um piso salarial único para todas as regiões da Argentina e o investimento mínimo de 16% em financiamento no ensino. De acordo com eles, não há avanços nos dois temas

Professores argentinos conseguiram a adesão de trabalhadores de várias categorias e promovem hoje (23) um protesto nas principais avenidas de Buenos Aires. Os professores protestam contra a lei da paridade etária e mudanças no financiamento educativo; professores reivindicam a abertura da discussão que estabelece um piso salarial único para todas as regiões da Argentina e o investimento mínimo de 16% em financiamento no ensino. De acordo com eles, não há avanços nos dois temas
Professores argentinos conseguiram a adesão de trabalhadores de várias categorias e promovem hoje (23) um protesto nas principais avenidas de Buenos Aires. Os professores protestam contra a lei da paridade etária e mudanças no financiamento educativo; professores reivindicam a abertura da discussão que estabelece um piso salarial único para todas as regiões da Argentina e o investimento mínimo de 16% em financiamento no ensino. De acordo com eles, não há avanços nos dois temas (Foto: Aquiles Lins)
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Agência Brasil - Professores argentinos conseguiram a adesão de trabalhadores de várias categorias e promovem hoje (23) um protesto nas principais avenidas de Buenos Aires. Os professores protestam contra a lei da paridade etária e mudanças no financiamento educativo.

Os professores reivindicam a abertura da discussão que estabelece um piso salarial único para todas as regiões da Argentina e o investimento mínimo de 16% em financiamento no ensino. De acordo com eles, não há avanços nos dois temas.

Durante o protesto, os manifestantes cobram do presidente da Argentina, Mauricio Macri, o debate dos regimes especiais de aposentadoria para os professores. Em algumas ocasiões, Macri disse que havia um “regime de privilégio”, insinuando que pretende acabar com os sistemas, desagradando a categoria.

Ontem (22) à noite durante a organização da manifestação houve embates em algumas ruas de Buenos Aires entre manifestantes e forças policiais. Há informações que 16 trabalhadores foram detidos e liberados em seguida.

Os líderes do movimento afirmam que os protestos devem se estender por amanhã (24).

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