Protesto contra morte de líder islâmico deixa mais de dez mortos na Índia

Pelo menos 11 pessoas morreram e outras 200 ficaram feridas nos confrontos entre manifestantes e policiais no estado de Jammu e Caxemira, disputado por Índia e Paquistão; manifestações começaram após Burhan Wani, um comandante do Hizbul Mujahideen, maior grupo islâmico da Caxemira, foi morto junto a outros três extremistas.

Pelo menos 11 pessoas morreram e outras 200 ficaram feridas nos confrontos entre manifestantes e policiais no estado de Jammu e Caxemira, disputado por Índia e Paquistão; manifestações começaram após Burhan Wani, um comandante do Hizbul Mujahideen, maior grupo islâmico da Caxemira, foi morto junto a outros três extremistas.
Pelo menos 11 pessoas morreram e outras 200 ficaram feridas nos confrontos entre manifestantes e policiais no estado de Jammu e Caxemira, disputado por Índia e Paquistão; manifestações começaram após Burhan Wani, um comandante do Hizbul Mujahideen, maior grupo islâmico da Caxemira, foi morto junto a outros três extremistas. (Foto: Paulo Emílio)

Sputnik - Pelo menos 11 pessoas morreram e outras 200 ficaram feridas nos confrontos entre manifestantes e policiais no estado de Jammu e Caxemira, disputado por Índia e Paquistão. As manifestações começaram após Burhan Wani, um comandante do Hizbul Mujahideen, maior grupo islâmico da Caxemira, foi morto na sexta-feira (8), junto a outros três extremistas.

Segundo a polícia local, 96 oficiais de segurança estavam entre os feridos nos confrontos, enquanto outros três oficiais desapareceram. As forças de segurança de Jammu e Caxemira pediram aos manifestantes que parassem com a violência.

"Certamente não queremos matar jovens em nossa própria sociedade. O objetivo é impedir a perda de vidas jovens", disse o chefe de inteligência da polícia, Shiv M. Sahai, citado pelo canal NDTV.

O Hizbul Mujahideen é um grupo separatista fundado em 1985, em atividade no estado indiano de Jammu e Caxemira, e considerado organização terrorista por Índia, EUA e União Europeia.

A região de Jammu e Caxemira é contestada por Índia e Paquistão desde o fim do controle britânico, em 1947. Após vários conflitos armados, os dois países chegaram a um acordo para cessar-fogo em 2003. Desde então, ambos lados vêm acusando o outro de violar a trégua.

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