Putin denuncia pressão sobre países que querem cooperar com a Rússia

O presidente da Rússia, Vladimir Putin, declarou que os países que querem cooperar com a Rússia na esfera militar sofrem uma pressão "sem precedentes e aberta"; "Não é segredo que os Estados que querem cooperar com a Rússia no campo técnico-militar estão sujeitos a pressões sem precedentes e abertas", disse Putin em uma reunião da Comissão para a Cooperação Técnico-Militar da Rússia

O presidente da Rússia, Vladimir Putin, declarou que os países que querem cooperar com a Rússia na esfera militar sofrem uma pressão "sem precedentes e aberta"; "Não é segredo que os Estados que querem cooperar com a Rússia no campo técnico-militar estão sujeitos a pressões sem precedentes e abertas", disse Putin em uma reunião da Comissão para a Cooperação Técnico-Militar da Rússia
O presidente da Rússia, Vladimir Putin, declarou que os países que querem cooperar com a Rússia na esfera militar sofrem uma pressão "sem precedentes e aberta"; "Não é segredo que os Estados que querem cooperar com a Rússia no campo técnico-militar estão sujeitos a pressões sem precedentes e abertas", disse Putin em uma reunião da Comissão para a Cooperação Técnico-Militar da Rússia (Foto: Leonardo Lucena)
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Agência Sputnik - O presidente da Rússia, Vladimir Putin, declarou nesta segunda-feira (5) que os países que querem cooperar com a Rússia na esfera militar sofrem uma pressão "sem precedentes e aberta".

"Não é segredo que os Estados que querem cooperar com a Rússia no campo técnico-militar estão sujeitos a pressões sem precedentes e abertas", disse Putin em uma reunião da Comissão para a Cooperação Técnico-Militar da Rússia.

De acordo com ele, "a Rússia irá desenvolver ativamente a cooperação técnico-militar com todos os países interessados, inclusive nos segmentos da mais alta tecnologia" que se mostraram eficientes na operação na Síria. 

O líder russo afirmou também que o país conseguiu se consolidar como um líder mundial na exportação de armamentos, destacando que em 2017 a Rússia assinou contratos de fornecimento de armas no valor de mais de 16 bilhões de dólares.

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