Raúl Castro cita Brasil: países latinos enfrentam uma contrarrevolução

O presidente de Cuba, Raúl Castro, fez referência à America Latina, sobretudo às crises políticas na Venezuela e no Brasil, e aos recentes reveses de aliados como os presidentes da Bolívia, Evo Morales, e do Equador, Rafael Correa, e da ex­-mandatária argentina Cristina Kirchner; segundo ele, esta ofensiva foi consequência da desaceleração econômica na região e tem como finalidade "abrir caminho para o retorno do neoliberalismo"; "Esta guerra não convencional não descarta ações estabilizadoras e golpistas, como prova o que acontece contra a Venezuela, e se intensificou recentemente na Bolívia, no Brasil e no Equador", disse ele

O presidente de Cuba, Raúl Castro, fez referência à America Latina, sobretudo às crises políticas na Venezuela e no Brasil, e aos recentes reveses de aliados como os presidentes da Bolívia, Evo Morales, e do Equador, Rafael Correa, e da ex­-mandatária argentina Cristina Kirchner; segundo ele, esta ofensiva foi consequência da desaceleração econômica na região e tem como finalidade "abrir caminho para o retorno do neoliberalismo"; "Esta guerra não convencional não descarta ações estabilizadoras e golpistas, como prova o que acontece contra a Venezuela, e se intensificou recentemente na Bolívia, no Brasil e no Equador", disse ele
O presidente de Cuba, Raúl Castro, fez referência à America Latina, sobretudo às crises políticas na Venezuela e no Brasil, e aos recentes reveses de aliados como os presidentes da Bolívia, Evo Morales, e do Equador, Rafael Correa, e da ex­-mandatária argentina Cristina Kirchner; segundo ele, esta ofensiva foi consequência da desaceleração econômica na região e tem como finalidade "abrir caminho para o retorno do neoliberalismo"; "Esta guerra não convencional não descarta ações estabilizadoras e golpistas, como prova o que acontece contra a Venezuela, e se intensificou recentemente na Bolívia, no Brasil e no Equador", disse ele (Foto: Leonardo Lucena)

247 - O presidente de Cuba, Raúl Castro, afirmou neste sábado (16) que a América Latina, sobretudo países governados pela esquerda, passa por uma ofensiva contrarrevolucionária. Ele fazia referência às crises políticas na Venezuela e no Brasil, e aos recentes reveses de aliados como os presidentes da Bolívia, Evo Morales, e do Equador, Rafael Correa, e da ex­-mandatária argentina Cristina Kirchner.

Segundo Raúl, esta ofensiva foi consequência da desaceleração econômica na região, por conta da queda do preço das commodities, e tem como finalidade "abrir caminho para o retorno do neoliberalismo". "Esta guerra não convencional não descarta ações estabilizadoras e golpistas, como prova o que acontece contra a Venezuela, e se intensificou recentemente na Bolívia, no Brasil e no Equador", disse ele, na abertura do Congresso do Partido Comunista. 

"A intenção é levar ao fechamento deste ciclo histórico e desmoralizar partidos, movimentos sociais e a classe trabalhadora. Reafirmamos o apoio a todos os governos progressistas que levaram benefícios tangíveis às enormes maiorias da região mais desigual do planeta".

Sobre a Venezuela, Raúl Castro disse ter a convicção de que o "defenderá o legado de Chávez e impedirá qualquer mudança" promovida pela oposição e criticou indiretamente os Estados Unidos. "À Revolução Bolivariana e chavista, ao presidente [Nicolás] Maduro e seu governo, à união cívico­militar, ratificamos nossa solidariedade e compromisso e a rejeição às pretensões de isolar a Venezuela enquanto se dialoga com Cuba".

Fazendo menção aos Estados Unidos, Raúl afirmou que Washington e seus aliados "renovaram os esforços para enterrar o processo de integração regional" e atacou a Organização dos Estados Americanos (OEA). "Jamais esqueceremos que a OEA só tem servido a interesses contrários ao da nossa América, qualificada de Ministério de Colônias dos EUA por [ex­chanceler cubano] Raúl Roa em 1961"

O presidente de Cuba defendeu a consolidação da Celac (Comunidade dos Estados Latino­Americanos e do Caribe), formada por todos os países das Américas, com exceção de Estados Unidos e Canadá.

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