Reino Unido não quer “virar as costas” à Europa

Quem afirma é o primeiro-ministro britânico, David Cameron, que participa do Fórum Econômico Mundial, em Davos; segundo ele, é o contrário: o Reino Unido quer se aproximar de uma "Europa mais competitiva, mais aberta e mais flexível" e garantir seu lugar no grupo

Reino Unido não quer “virar as costas” à Europa
Reino Unido não quer “virar as costas” à Europa (Foto: PASCAL LAUENER)
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Thais Leitão
Repórter da Agência Brasil

Brasília - Ao participar nesta quinta-feira 24 do 43º Fórum Econômico Mundial, em Davos, Suíça, o primeiro-ministro britânico, David Cameron, disse que o Reino Unido não quer virar as costas à Europa, pelo contrário quer se aproximar de uma "Europa mais competitiva, mais aberta e mais flexível", e garantir seu lugar no grupo.

Diante de dezenas de empresários e políticos, ele disse querer "negociar um novo acordo" com a União Europeia, "que funcione para o Reino Unido" e que seja aceito pelos cidadãos britânicos. "Isso não é apenas bom para o Reino Unido, é também necessário para a Europa", destacou.

Cameron defendeu ainda que o continente construa um motor para o crescimento, "e não uma fonte de custos para o mundo empresarial e de queixas para os cidadãos", pois está prestes a ser ultrapassado pela competição mundial e esquecido pelos investidores.

Nesta quarta-feira 23, o primeiro-ministro britânico comprometeu-se a organizar um referendo sobre a permanência do Reino Unido na União Europeia, despertando a preocupação dos parceiros europeus. A data ainda não foi definida, mas deve ser entre 2015 e 2017.

Segundo assessores, Cameron compreende a impaciência dos que cobram mais ações da União Europeia. Ele tem destacado as vantagens econômicas do mercado comum, apesar da crise na zona euro (que reúne 17 países que adotam a moeda única), mas reclama das medidas relativas às orientações sobre emprego, regulamentação social, polícia e Justiça. Cameron também reivindica mais isenções para o Reino Unido.

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