Reino Unido seguirá como parceiro ‘indispensável’, diz Obama

Presidente dos Estados Unidos, Barack Obama, disse nesta sexta-feira, 24, que a relação dos EUA tanto com o Reino Unido como com a União Europeia será duradoura, após a decisão britânica de deixar o bloco; "O povo do Reino Unido falou, e respeitamos a decisão", disse Obama em um comunicado; "O Reino Unido e a União Europeia continuarão sendo parceiros indispensáveis dos Estados Unidos mesmo quando começarem a renegociar sua relação"

Presidente dos Estados Unidos, Barack Obama, disse nesta sexta-feira, 24, que a relação dos EUA tanto com o Reino Unido como com a União Europeia será duradoura, após a decisão britânica de deixar o bloco; "O povo do Reino Unido falou, e respeitamos a decisão", disse Obama em um comunicado; "O Reino Unido e a União Europeia continuarão sendo parceiros indispensáveis dos Estados Unidos mesmo quando começarem a renegociar sua relação"
Presidente dos Estados Unidos, Barack Obama, disse nesta sexta-feira, 24, que a relação dos EUA tanto com o Reino Unido como com a União Europeia será duradoura, após a decisão britânica de deixar o bloco; "O povo do Reino Unido falou, e respeitamos a decisão", disse Obama em um comunicado; "O Reino Unido e a União Europeia continuarão sendo parceiros indispensáveis dos Estados Unidos mesmo quando começarem a renegociar sua relação" (Foto: Aquiles Lins)

WASHINGTON (Reuters) - O presidente dos Estados Unidos, Barack Obama, disse nesta sexta-feira que a relação dos EUA tanto com o Reino Unido como com a União Europeia será duradoura, após a decisão britânica de deixar o bloco.

"O povo do Reino Unido falou, e respeitamos a decisão", disse Obama em um comunicado. "O Reino Unido e a União Europeia continuarão sendo parceiros indispensáveis dos Estados Unidos mesmo quando começarem a renegociar sua relação."

A decisão britânica levou o primeiro-ministro britânico, David Cameron, a anunciar sua renúncia e foi o maior golpe ao projeto de maior unidade europeia desde a Segunda Guerra Mundial.

A decisão foi recebida com aceitação de autoridades norte-americanas, embora tenha provocado abalos em Wall Street e em outros mercados ao redor do mundo.

O vice-presidente dos EUA, Joe Biden, em visita à Irlanda, disse que os EUA preferiam que o Reino Unido tivesse votado pela permanência na UE, mas que respeita o resultado.

"Devo dizer que esperava um resultado diferente. Teríamos preferido um resultado diferente... mas os Estados Unidos possuem uma longa amizade com o Reino Unido e este laço muito especial será duradouro", disse em discurso em Dublin.

Obama, durante visita a Londres em abril, argumentou contra a saída.

Ele viajou a Londres a pedido de Cameron, a quem chama de amigo, pedindo para que britânicos ficassem na UE. A intervenção pouco comum foi denunciada como intromissão pelos apoiadores da saída britânica.

WASHINGTON (Reuters) - O presidente dos Estados Unidos, Barack Obama, disse nesta sexta-feira que a relação dos EUA tanto com o Reino Unido como com a União Europeia será duradoura, após a decisão britânica de deixar o bloco.

"O povo do Reino Unido falou, e respeitamos a decisão", disse Obama em um comunicado. "O Reino Unido e a União Europeia continuarão sendo parceiros indispensáveis dos Estados Unidos mesmo quando começarem a renegociar sua relação."

A decisão britânica levou o primeiro-ministro britânico, David Cameron, a anunciar sua renúncia e foi o maior golpe ao projeto de maior unidade europeia desde a Segunda Guerra Mundial.

A decisão foi recebida com aceitação de autoridades norte-americanas, embora tenha provocado abalos em Wall Street e em outros mercados ao redor do mundo.

O vice-presidente dos EUA, Joe Biden, em visita à Irlanda, disse que os EUA preferiam que o Reino Unido tivesse votado pela permanência na UE, mas que respeita o resultado.

"Devo dizer que esperava um resultado diferente. Teríamos preferido um resultado diferente... mas os Estados Unidos possuem uma longa amizade com o Reino Unido e este laço muito especial será duradouro", disse em discurso em Dublin.

Obama, durante visita a Londres em abril, argumentou contra a saída.

Ele viajou a Londres a pedido de Cameron, a quem chama de amigo, pedindo para que britânicos ficassem na UE. A intervenção pouco comum foi denunciada como intromissão pelos apoiadores da saída britânica.

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