Rússia denuncia que a Ucrânia está preparando nova provocação na região de Sumy

Nazistas planejam atacar a área de fronteira russa de casas para provocar fogo em prédios

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REUTERS/Alexander Ermochenko (Foto: REUTERS/Alexander Ermochenko)


RT - O regime de Kiev planeja organizar uma nova provocação com o uso de "morteiros errantes" na região de Sumy para culpar as forças russas pelas mortes, informou na quinta-feira o chefe do Centro Nacional de Gerenciamento de Defesa da Rússia, Mikhail Mizintsev.

Segundo suas palavras, os combatentes dos batalhões nacionalistas pretendem atacar o território fronteiriço russo a partir de uma área residencial, a fim de provocar contra-ataques contra as casas com pessoas detidas no interior.

O alto oficial militar salientou que tal "ação cínica" organizada pelas autoridades de Kiev seria usada para acusar o Exército russo de supostos "ataques indiscriminados" dirigidos contra civis, que viriam a ser amplamente divulgados no Ocidente e Mídia ucraniana. , bem como de recursos da Internet.

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Ao mesmo tempo, o chefe do Centro Nacional de Gestão da Defesa da Rússia reiterou que, no âmbito da operação especial, os militares russos "tratam os civis com humanidade e não visam a infraestrutura civil", ao contrário dos combatentes ucranianos, que os usam para abrigar unidades militares e armas.

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"Ao mesmo tempo, não se fala em evacuação de civis dessas instalações, milhares de pessoas estão sendo mantidas pelos nacionalistas como escudos humanos", denunciou.

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Em particular, Mizintsev indicou que em várias localidades da República Popular de Donetsk, as Forças Armadas da Ucrânia ocuparam jardins de infância e escolas para equipar bastiões e implantar armas pesadas, incluindo artilharia de foguetes de lançamento múltiplo (MLRS), bem como depósitos de munição. Além disso, mantêm à força os moradores de prédios próximos nos porões, sem água ou comida, sob o pretexto de garantir sua segurança.

  • No início de abril, foram divulgadas imagens de corpos caídos nas ruas de Bucha, alguns com as mãos amarradas. O assessor do gabinete do presidente ucraniano, Mikhail Podoliak, afirmou que os civis "estavam desarmados" e "foram mortos a tiros por soldados russos".
  • Por sua vez, o Ministério da Defesa russo descreveu as imagens como "provocativas" e "encenatórias" pelas autoridades ucranianas "para a mídia ocidental".

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