Rússia descarta terrorismo na investigação sobre desastre aéreo

O Minisério da Defesa russo aumentou a equipe de resgate para 39 navios, sete aparelhos de imersão profunda e 135 mergulhadores profissionais. Além disso, cinco drones Orlan-10 estão monitorando o local da operação. "A operação de busca e resgate na zona do acidente aéreo do Tu-154 não parou um minuto durante a noite", informa o comunicado do ministério; acidente teria sido causado por combinação de falha técnica e humana

O Minisério da Defesa russo aumentou a equipe de resgate para 39 navios, sete aparelhos de imersão profunda e 135 mergulhadores profissionais. Além disso, cinco drones Orlan-10 estão monitorando o local da operação. "A operação de busca e resgate na zona do acidente aéreo do Tu-154 não parou um minuto durante a noite", informa o comunicado do ministério; acidente teria sido causado por combinação de falha técnica e humana
O Minisério da Defesa russo aumentou a equipe de resgate para 39 navios, sete aparelhos de imersão profunda e 135 mergulhadores profissionais. Além disso, cinco drones Orlan-10 estão monitorando o local da operação. "A operação de busca e resgate na zona do acidente aéreo do Tu-154 não parou um minuto durante a noite", informa o comunicado do ministério; acidente teria sido causado por combinação de falha técnica e humana (Foto: Leonardo Attuch)

Da Agência Sputinik

O primeiro avião com os restos das vítimas do acidente do Tu-154 militar russo já chegou a Moscou, informa o vice-chefe do Ministério do Interior da Rússia nesta segunda-feira (26). No entanto, o país reforça a equipe de resgate no mar Negro.

O Minisério da Defesa russo aumentou a equipe de resgate para 39 navios, sete aparelhos de imersão profunda e 135 mergulhadores profissionais. Além disso, cinco drones Orlan-10 estão monitorando o local da operação. "A operação de busca e resgate na zona do acidente aéreo do Tu-154 não parou um minuto durante a noite", informa o comunicado do ministério.

Contudo, a operação "se torna mais complicada" por causa do relieve do fundo marítimo na área.

De acordo com o ministro do Transporte da Rússia, Maksim Sokolov, uma das versões principais é que o avião tivesse caído por causa de uma falha técnica; outra indica para um eventual erro humano de um dos pilotos. "A versão do terrorismo não está entre as principais", sublinhou o ministro. Ele também sugeriu que uma parte dos escombros podem ter ficado na Abkházia, país vizinho da Rússia que também tem saída ao mar Negro. "Eu falei ontem com o presidente da república da Abkházia, com o primeiro-ministro, porque a corrente no suposto local da queda vai à fronteira estatal, portanto, uma parte dos fragmentos da aeronave, restos pode cruzar a fronteira; por isso, os nossos colegas abkhazes estão prontos a conceder as suas forças e meios para interagir no âmbito da operação de busca e resgate", disse Sokolov.

Por sua parte, o Ministério para Situações de Emergência russo ampliou a zona da operação. "A operação de resgate está continuando, a zona da sua atividade foi ampliada", informou uma fonte do ministério. O Tu-154, do Minsitério da Defesa da Rússia, estava transportando uma missão humanitária, composta pelo Ensamble Aleksandrov, um famoso coral russo, a filantropa e médica Elizaveta Glinka (conhecida como Doutora Liza), jornalistas e militares.

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