Rússia explica por que a ofensiva na Ucrânia está mais lenta

O ministro da Defesa russo sublinhou a diferença nas abordagens das Forças Armadas do seu país e das forças de Kiev

www.brasil247.com - Ministro da Defesa da Rússia, Sergei Shoigu
Ministro da Defesa da Rússia, Sergei Shoigu (Foto: SPUTNIK via Reuters)


247 - A desaceleração da operação militar especial russa na Ucrânia é intencional para permitir a evacuação da população e evitar baixas civis, disse o ministro da Defesa russo, Sergei Shoigu, nesta terça-feira (24), informa o site RT.

Ao se pronunciar durante uma reunião de ministros da Defesa da Organização do Tratado de Segurança Coletiva (CSTO), o ministro especificou que estão sendo estabelecidos corredores humanitários e é anunciado um cessar-fogo para a saída de civis das áreas cercadas, apesar de esta abordagem retardar o avanço das forças russas.

O chefe da Defesa reiterou que os militares russos não lançam ataques contra infraestrutura, onde podem estar civis. "As Forças Armadas Russas, ao contrário das Forças Armadas Ucranianas, não atacam a infraestrutura civil onde possa haver pessoas. As posições de tiro inimigas identificadas e as instalações militares são atacadas com armas de precisão", disse. 

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Falando das autoridades ucranianas, a autoridade militar observou que Kiev recorre a métodos "terroristas" contra seu próprio povo. "Os nacionalistas realizam fuzilamentos demonstrativos daqueles que se recusam a participar dos combates, impedem os civis de deixar as cidades, usando-os como escudos humanos, e posicionam tanques e artilharia em áreas residenciais", disse ele. 

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Shoigu enfatizou que os países ocidentais correram para fornecer armas mortais à Ucrânia com urgência, temendo uma possível derrota. "Foi lançada uma ampla campanha para desinformar a comunidade internacional sobre as verdadeiras causas da crise", denunciou o ministro. Além disso, acrescentou que o número de mercenários estrangeiros já ultrapassou 6.000 pessoas, enquanto assessores e membros de empresas militares privadas se dirigem ao país. 

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Apesar das sanções sem precedentes impostas contra Moscou e do amplo apoio do Ocidente a Kiev, assegurou, os objetivos da operação militar especial da Rússia na Ucrânia serão alcançados.

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