Sanções contra Rússia estão "atrasadas", diz presidente da Câmara do EUA

Presidente da Câmara dos Representantes dos Estados Unidos, o líder republicano Paul Ryan, disse que as sanções contra a Rússia adotadas pelo presidente Barack Obama estavam "atrasadas"; segundo ele, as sanções são "uma maneira apropriada de terminar oito anos de falhas na política com a Rússia e serve como exemplo principal da ineficiência da administração da política externa que deixou a América mais fraca nos olhos do mundo. A Rússia não compartilha os interesses dos Estados Unidos, e, de fato, tem buscado enfraquecê-los", disse

U.S. President Barack Obama (R) meets with Russian President Vladimir Putin during the 70th session of the United Nations General Assembly at the U.N. Headquarters in New York, September 28, 2015. REUTERS/Kevin Lamarque
U.S. President Barack Obama (R) meets with Russian President Vladimir Putin during the 70th session of the United Nations General Assembly at the U.N. Headquarters in New York, September 28, 2015. REUTERS/Kevin Lamarque (Foto: Paulo Emílio)

Xinhua - O presidente da Câmara dos Representantes dos Estados Unidos, o líder republicano Paul Ryan, disse na quinta-feira (29) que as sanções contra a Rússia adotadas recentemente pelos EUA estavam "atrasadas". As informações são da agência de notícias chinesa Xinhua.

As declarações foram feitas depois que o presidente Barack Obama, revelou uma sanção destinada a entidades e indivíduos russos, incluindo a expulsão de 35 diplomatas russos nos Estados Unidos.

Ryan disse que além de atrasada, a ação era "uma maneira apropriada de terminar oito anos de falhas na política com a Rússia e serve como exemplo principal da ineficiência da administração da política externa que deixou a América mais fraca nos olhos do mundo. A Rússia não compartilha os interesses dos Estados Unidos, e, de fato, tem buscado enfraquecê-los, semeando uma instabilidade perigosa em todo o mundo", enfatizou o republicano.

O Departamento de Segurança Interna e a Agência Federal de Investigação (FBI) dos EUA também divulgaram um relatório conjunto na quinta-feira acusando a Rússia de ser a responsável pelos ataques cibernéticos e vazamentos contra o Partido Democrata e a candidata Hillary Clinton durante as recentes eleições presidenciais .

Lindsey Graham, outro parlamentar republicano sênior, disse na quarta-feira que "as sanções bipartidárias... baterão duro na Rússia, particularmente em Putin como um indivíduo."

A retórica anti-Rússia entre a liderança republicana é um grande obstáculo para o presidente eleito dos EUA, Donald Trump, reverter a política externa entre os EUA e Moscou, como o magnata sugeriu recentemente em tweets defendendo a Rússia.

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