Secretária de Temer é alvo de protesto em Coimbra

Na saída do Congresso Internacional de Direito Público e Direitos Humanos, do qual participou, em Coimbra, Portugal, a secretária de Direitos Humanos do governo Temer, Flávia Piovesan, foi chamada de "golpista" e questionada por que atuar em um cargo que não "condiz" com sua trajetória, conhecida por sua obra jurídica voltada principalmente aos direitos humanos; manifestantes seguravam cartazes de "Fora Temer" e que perguntavam "Como é ser mulher no governo golpista?"; eles leram uma carta à ex-procuradora de São Paulo; assista

Na saída do Congresso Internacional de Direito Público e Direitos Humanos, do qual participou, em Coimbra, Portugal, a secretária de Direitos Humanos do governo Temer, Flávia Piovesan, foi chamada de "golpista" e questionada por que atuar em um cargo que não "condiz" com sua trajetória, conhecida por sua obra jurídica voltada principalmente aos direitos humanos; manifestantes seguravam cartazes de "Fora Temer" e que perguntavam "Como é ser mulher no governo golpista?"; eles leram uma carta à ex-procuradora de São Paulo; assista
Na saída do Congresso Internacional de Direito Público e Direitos Humanos, do qual participou, em Coimbra, Portugal, a secretária de Direitos Humanos do governo Temer, Flávia Piovesan, foi chamada de "golpista" e questionada por que atuar em um cargo que não "condiz" com sua trajetória, conhecida por sua obra jurídica voltada principalmente aos direitos humanos; manifestantes seguravam cartazes de "Fora Temer" e que perguntavam "Como é ser mulher no governo golpista?"; eles leram uma carta à ex-procuradora de São Paulo; assista (Foto: Gisele Federicce)

247 – A secretária de Direitos Humanos do governo de Michel Temer, Flávia Piovesan, foi alvo de um protesto nesta quarta-feira 12 quando saía do Congresso Internacional de Direito Público e Direitos Humanos, do qual participou, em Coimbra, Portugal.

Ela foi chamada de "golpista" pelos manifestantes da Esquerda Brasileira em Coimbra (EBRAC), que organizaram o ato. Um dos cartazes segurado pelos manifestantes perguntava: "como é ser mulher no governo golpista?". Também houve gritos de "Fora Temer" após a leitura da carta.

O grupo também leu para ela uma carta em que questionava o motivo de a ex-procuradora do Estado de São Paulo atuar em um cargo que "não condiz" com sua trajetória, conhecida por sua obra jurídica voltada principalmente aos direitos humanos.

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