Senado confirma Mike Pompeo como secretário de Estado dos EUA

O Senado dos Estados Unidos confirmou nesta quinta-feira Mike Pompeo como secretário de Estado do presidente Donald Trump, colocando o ex-diretor da CIA em uma função fundamental para lidar com desafios de políticas externas dos EUA, como a Coreia do Norte e o Irã; Pompeo, um ex-oficial do Exército que foi um congressista republicano, é considerado uma figura leal a Trump com visões de mundo mais propensas a soluções com uso de força ao invés de diálogo

O Senado dos Estados Unidos confirmou nesta quinta-feira Mike Pompeo como secretário de Estado do presidente Donald Trump, colocando o ex-diretor da CIA em uma função fundamental para lidar com desafios de políticas externas dos EUA, como a Coreia do Norte e o Irã; Pompeo, um ex-oficial do Exército que foi um congressista republicano, é considerado uma figura leal a Trump com visões de mundo mais propensas a soluções com uso de força ao invés de diálogo
O Senado dos Estados Unidos confirmou nesta quinta-feira Mike Pompeo como secretário de Estado do presidente Donald Trump, colocando o ex-diretor da CIA em uma função fundamental para lidar com desafios de políticas externas dos EUA, como a Coreia do Norte e o Irã; Pompeo, um ex-oficial do Exército que foi um congressista republicano, é considerado uma figura leal a Trump com visões de mundo mais propensas a soluções com uso de força ao invés de diálogo (Foto: Aquiles Lins)
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WASHINGTON (Reuters) - O Senado dos Estados Unidos confirmou nesta quinta-feira Mike Pompeo como secretário de Estado do presidente Donald Trump, colocando o ex-diretor da CIA em uma função fundamental para lidar com desafios de políticas externas dos EUA, como a Coreia do Norte e o Irã.

Pompeo, um ex-oficial do Exército que foi um congressista republicano, é considerado uma figura leal a Trump com visões de mundo mais propensas a soluções com uso de força ao invés de diálogo.

Ele já está profundamente envolvido em diplomacia. Trump enviou Pompeo à Coreia do Norte há três semanas para encontro com o líder do país, Kim Jong Un, antes de uma cúpula com o presidente dos EUA para abordar o programa nuclear de Pyongyang.

Senadores votaram por 57 a 42 a favor de Pompeo, que havia enfrentado dura resistência de democratas preocupados com sua reputação por uso de força e por suas duras declarações no passado sobre homossexualidade e Islã.

Pompeo será forçado rapidamente a lidar com uma ampla variedade de outros desafios internacionais, incluindo longos conflitos na Síria, Iraque e Afeganistão, expansionismo chinês na Ásia e assertividade russa.

Washington também está trabalhando com aliados europeus, como o presidente da França, Emmanuel Macron, e a chanceler da Alemanha, Angela Merkel, para decidir se irá endurecer ou não um acordo nuclear internacional com o Irã.

Pompeo evitou por pouco uma desaprovação histórica do Comitê de Relações Exteriores do Senado.

Pompeo, que se tornou um dos conselheiros mais próximos de Trump durante seus 15 meses na CIA, enfrentou oposição dura de democratas, que temiam que ele pudesse estar muito alinhado com o presidente.

Enquanto estava no Congresso, Pompeo era um adversário ao acordo nuclear do Irã.

Mas ele disse durante sua audiência de confirmação que está aberto a consertar, ao invés de encerrar, o pacto, que o Ocidente acredita ser a chave para evitar que o Irã tenha uma bomba nuclear.

Adversários também expressaram preocupações de que Pompeo é muito propenso ao uso de força, e disseram que suas declarações passadas sobre homossexuais e o Islã o tornam incompatível para representar os EUA no cenário mundial.

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