Sequestro na Austrália termina com três mortos

Dois reféns e o sequestrador morreram; pesadelo durou 16 horas em uma cafeteria de Sydney, até que a polícia invadiu o local e libertou os reféns que ainda estavam presos; seis pessoas estão feridas; 17 foram feitos reféns; cinco fugiram antes da invasão dos policiais; sequestrador foi identificado como um refugiado iraniano acusado de abuso sexual; brasileira foi libertada sem ferimentos

Policiais do lado de fora de cafeteria em Sydney onde homem armado mantinha reféns. 15/12/2014 REUTERS/David Gray
Policiais do lado de fora de cafeteria em Sydney onde homem armado mantinha reféns. 15/12/2014 REUTERS/David Gray (Foto: Gisele Federicce)
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SYDNEY, Austrália (Reuters) - Três pessoas morreram depois que um incidente com reféns em um café de Sydney terminou em tiroteio pesado com forças de segurança que invadiram o estabelecimento, disse a polícia australiana nesta terça-feira.

O sequestrador estava entre os três mortos, afirmou a polícia, acrescentando que contabilizou 17 reféns e que nenhum dispositivo explosivo foi encontrado dentro do café.

Artilharia pesada e explosões de granadas de efeito moral tomaram conta do espaço logo após as 2h de terça-feira no horário local (13h desta segunda-feira em Brasília) no café Lindt, no centro de Sydney, pondo fim a um cerco que durou mais de 16 horas.

Um homem de 50 anos, uma mulher de 38 e um homem de 34 morreram, de acordo com a polícia de Nova Gales do Sul.

Duas pessoas foram levadas ao hospital com ferimentos, mas não corriam risco de morrer, enquanto que um policial estava sendo tratado depois de ser atingido no rosto por estilhaços de bala. Uma mulher foi baleada no ombro, acrescentou a polícia.

O homem armado era um refugiado iraniano acusado de abuso sexual e conhecido por ter enviado cartas de ódio a familiares de soldados australianos mortos no exterior, disse uma fonte da polícia nesta terça-feira.

Haron Monis ficou cercado dentro do café desde o início de sequestro. "Não há razão operacional para que o nome seja retido por nós agora", disse a fonte policial, que pediu para não ser identificada.

(Reportagem de Colin Packham)

Leia aqui reportagem do Goiás 247 informando que uma das brasileiras estava entre os reféns. Ela foi libertada sem ferimentos, informou a família.

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