Sobe para seis o número de mortos no Líbano

ntre os mortos está uma brasileira de 17 anos, identificada por parentes como Malak Zahwe, que nasceu em Foz de Iguaçu, no Paraná, mas vivia há vários anos em Beirute com o seu pai, madrasta e três irmãos

People gather as firefighters attempt to extinguish a fire at the site of an explosion in Beirut's southern suburbs, January 2, 2014. A car bomb killed four people in Hezbollah's southern Beirut stronghold on Thursday, security and medical sources said, t
People gather as firefighters attempt to extinguish a fire at the site of an explosion in Beirut's southern suburbs, January 2, 2014. A car bomb killed four people in Hezbollah's southern Beirut stronghold on Thursday, security and medical sources said, t (Foto: Leonardo Attuch)
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Da Agência Brasil *

Brasília – Subiu para seis o número de mortos após um atentado na quinta-feira (2) em um bairro de Beirute, capital do Líbano. Entre os mortos está uma brasileira de 17 anos, identificada por parentes como Malak Zahwe, que nasceu em Foz de Iguaçu, no Paraná, mas vivia há vários anos em Beirute com o seu pai, madrasta e três irmãos.

A explosão do carro-bomba ocorreu em um bairro considerado reduto do grupo xiita Hezbollah onde estão localizados muitas lojas e restaurantes. No atentado, foi utilizado um carro com 20 quilos de explosivos. Há seis dias, em ação similar, também na capital libanesa, sete pessoas foram mortas, incluindo o ex-ministro Mohamad Chatah.

O Ministério de Relações Exteriores (MRE) divulgou nota ontem, na qual expressa condolências às famílias das vítimas da série de atentados no Líbano. O Itamaraty também condenou a violência no país.

“O governo brasileiro reitera, ao governo e ao povo do Líbano, seu irrestrito apoio aos esforços pela manutenção da estabilidade política do país”, diz a nota.

O MRE ainda não recebeu do consulado em Beirute informações sobre a morte da brasileira nos atentados. O Itamaraty informou, por meio da assessoria de imprensa, esperar que a família da vítima entre em contato com o consulado ou diretamente com o próprio ministério, em Brasília.

Com informações da Agência Lusa e da emissora de TV estatal RTVE

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