Temer diz na ONU que impeachment foi depuração

"Não há democracia sem Estado de direito. É o que o Brasil mostra ao mundo. E o faz por processo de depuração do seu processo político", discursou Michel Temer na abertura da Assembleia Geral das Nações Unidas; ele destacou ainda em sua fala a força das instituições no Brasil, descrevendo-as como "independentes", e de uma "imprensa inteiramente livre"; como não poderia deixar de ser, a palavra golpista marcou presença no evento

"Não há democracia sem Estado de direito. É o que o Brasil mostra ao mundo. E o faz por processo de depuração do seu processo político", discursou Michel Temer na abertura da Assembleia Geral das Nações Unidas; ele destacou ainda em sua fala a força das instituições no Brasil, descrevendo-as como "independentes", e de uma "imprensa inteiramente livre"; como não poderia deixar de ser, a palavra golpista marcou presença no evento
"Não há democracia sem Estado de direito. É o que o Brasil mostra ao mundo. E o faz por processo de depuração do seu processo político", discursou Michel Temer na abertura da Assembleia Geral das Nações Unidas; ele destacou ainda em sua fala a força das instituições no Brasil, descrevendo-as como "independentes", e de uma "imprensa inteiramente livre"; como não poderia deixar de ser, a palavra golpista marcou presença no evento (Foto: Gisele Federicce)

247 - No discurso de abertura da Assembleia Geral das Nações Unidas, em Nova York, na manhã desta terça-feira 20, Michel Temer disse que o impeachment que afastou a presidente Dilma Rousseff foi depuração.

"Não há democracia sem Estado de direito. É o que o Brasil mostra ao mundo. E o faz por processo de depuração do seu processo político", afirmou Temer.

Ele destacou ainda em sua fala a força das instituições no Brasil, descrevendo-as como "independentes", e de uma "imprensa inteiramente livre". Citado na Lava Jato, o peemedebista declarou ainda que as leis devem se aplicar a todos, "inclusive mais poderosos".

Em seu discurso de ontem na ONU, durante reunião sobre refugiados e imigrantes, Temer causou polêmica ao inflar de 8,8 mil para mais de 95 mil o número de refugiados recebidos pelo Brasil nos últimos anos. O Planalto divulgou uma nota para justificar a mentira.

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