Thomas Barrack, amigo de Trump que tentou comprar a Oi, é preso por fazer lobby em favor dos Emirados Árabes

Barrack tentou comprar a Oi em leilão em 2020, mas acabou superado por um consórcio das operadoras TIM, Vivo e Claro. Sua empresa planeja agora disputar o leilão do 5G no Brasil

Thomas Barrack
Thomas Barrack (Foto: Reuters/Lucy Nicholson)
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247 - O empresário e investidor Thomas Barrack, que já foi um dos melhores amigos do ex-presidente dos Estados Unidos Donald Trump, segundo o jornal O Globo, foi preso nesta terça-feira (20) em Los Angeles sob a acusação de fazer lobby junto a Trump em favor dos Emirados Árabes Unidos.

Na segunda-feira (26) Barrack passará por uma audiência na Justiça. Até lá, ele permanece detido.

Bilionário, Barrack fez fortuna com a Colony Capital, gestora especializada em ativos imobiliários pelo mundo. Nos últimos anos, o investidor tem concentrado seu capital em infraestrutura digital por meio da subsidiária Digital Colony, rebatizada como DigitalBridge.

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Em 2020, a Digital Colony tentou comprar a Oi por R$ 15 milhões por meio da Highline do Brasil, empresa de torres de telefonia absorvida pelo grupo de Barrack em 2019. Venceu o leilão, no entanto, o consórcio de operadoras TIM, Vivo e Claro. 

Outra tentativa foi comprar a Infraco, empresa de fibra ótica da Oi, também por meio da Highline, mas o BTG acabou arrematando o ativo.

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Recentemente, a Highline de Barrack conseguiu comprar as torres da Oi por R$ 1 bilhão e, de acordo com o Estado de S. Paulo, negocia a formação de um consórcio com provedores regionais para disputar o leilão do 5G no Brasil. 

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