Trump ameaçou enviar 25 milhões de mexicanos ao Japão, diz jornal

O presidente dos EUA, Donald Trump, disse ao primeiro-ministro do Japão, Shinzo Abe, que poderia enviar 25 milhões de mexicanos para seu país e fazê-lo perder uma eleição - uma das várias declarações estranhas que ele fez no encontro do G7, segundo o Wall Street Journal


O presidente dos EUA, Donald Trump, disse ao primeiro-ministro do Japão, Shinzo Abe, que poderia enviar 25 milhões de mexicanos para seu país e fazê-lo perder uma eleição - uma das várias declarações estranhas que ele fez no encontro do G7, segundo o Wall Street Journal
O presidente dos EUA, Donald Trump, disse ao primeiro-ministro do Japão, Shinzo Abe, que poderia enviar 25 milhões de mexicanos para seu país e fazê-lo perder uma eleição - uma das várias declarações estranhas que ele fez no encontro do G7, segundo o Wall Street Journal (Foto: Leonardo Lucena)

Agência Sputnik - Donald Trump disse ao primeiro-ministro do Japão, Shinzo Abe, que poderia enviar 25 milhões de mexicanos para seu país e fazê-lo perder uma eleição - uma das várias declarações estranhas que ele fez no encontro do G7 na semana passada, segundo o Wall Street Journal.

A cúpula do G7 terminou de maneira polêmica após Trump não aceitar assinar a declaração final do encontro e atacar o primeiro-ministro do Canadá, Justin Trudeau.

Nos bastidores, os colegas de Trump ficaram desanimados com suas falas sobre temas que vão do comércio ao terrorismo e à migração, disse o WSJ, citando funcionários europeus que estavam presentes.

Em um ponto, ele descreveu a migração como um grande problema para a Europa e disse a Abe: "Shinzo, você não tem esse problema, mas eu posso enviar 25 milhões de mexicanos e você estará fora do governo muito em breve", criando uma sensação de irritação na sala, de acordo com um funcionário da UE.

A fonte acrescentou que quando o assunto virou o Irã e o terrorismo, Trump apontou para o presidente francês Emmanuel Macron, dizendo: "Você deve saber disso, Emmanuel, porque todos os terroristas estão em Paris".

No sábado, o escritório de Macron negou o relatório, dizendo: "É tudo falso".

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