Trump continua considerando a opção militar contra a Venezuela

Insatisfeito com a "lentidão" da pressão contra Nicolás Maduro, o governo Trump "topa qualquer opção" contra a Venezuela, ponderando inclusive o uso de força militar

Trump e Maduro
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247 - Apesar das sanções contra membros do governo e empresas públicas da Venezuela, além do forte apoio ao líder oposicionista Juan Guaidó, o presidente americano, Donald Trump, estaria insatisfeito com os "lentos" efeitos da pressão contra o presidente Maduro.

Conforme publicou a Bloomberg, citando um funcionário da administração Trump, diversas medidas têm sido consideradas para aumentar a pressão contra Caracas, incluindo ações militares.

'Entre os atores que estariam atrapalhando a eficácia da pressão americana figura a Espanha.

Conforme contou o funcionário, o governo americano vê a postura da Espanha como muito "complacente" com os aliados de Maduro que alegadamente se dedicam a atividades ilícitas no país.

Além disso, o país europeu seria o maior impedimento na União Europeia para a campanha de Trump contra a Venezuela.

Também as relações da Rússia, China, Cuba e Nicarágua com a Venezuela seriam impedimentos.

Com o intuito de pressionar o governo de Maduro, Trump ordenou ao seu governo "usar qualquer ferramenta" a fim de assegurar a realização de "eleições livres e justas" no país.

Entretanto, países latino-americanos, que eram céticos sobre a necessidade do uso da força militar contra Maduro no passado, hoje acreditam que tal medida talvez seja necessária, segundo o funcionário.

As informações são daApesar das sanções contra membros do governo e empresas públicas da Venezuela, além do forte apoio ao líder oposicionista Juan Guaidó, o presidente americano, Donald Trump, estaria insatisfeito com os "lentos" efeitos da pressão contra o presidente Maduro.

Conforme publicou a Bloomberg, citando um funcionário da administração Trump, diversas medidas têm sido consideradas para aumentar a pressão contra Caracas, incluindo ações militares.

Entre os atores que estariam atrapalhando a eficácia da pressão americana figura a Espanha.

Conforme contou o funcionário, o governo americano vê a postura da Espanha como muito "complacente" com os aliados de Maduro que alegadamente se dedicam a atividades ilícitas no país.

Além disso, o país europeu seria o maior impedimento na União Europeia para a campanha de Trump contra a Venezuela.

Também as relações da Rússia, China, Cuba e Nicarágua com a Venezuela seriam impedimentos.

'Qualquer ferramenta' 

Com o intuito de pressionar o governo de Maduro, Trump ordenou ao seu governo "usar qualquer ferramenta" a fim de assegurar a realização de "eleições livres e justas" no país.

Entretanto, países latino-americanos, que eram céticos sobre a necessidade do uso da força militar contra Maduro no passado, hoje acreditam que tal medida talvez seja necessária, segundo o funcionário.

Apesar das sanções contra membros do governo e empresas públicas da Venezuela, além do forte apoio ao líder oposicionista Juan Guaidó, o presidente americano, Donald Trump, estaria insatisfeito com os "lentos" efeitos da pressão contra o presidente Maduro.

Conforme publicou a Bloomberg, citando um funcionário da administração Trump, diversas medidas têm sido consideradas para aumentar a pressão contra Caracas, incluindo ações militares.

As informações são da Sputnik.

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