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Trump defende segurança reforçada após tiroteio perto da Casa Branca

Presidente dos Estados Unidos citou ação rápida do Serviço Secreto e histórico violento do atirador morto em Washington

Donald Trump (Foto: REUTERS/Evan Vucci)
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247 - O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, defendeu a ampliação da segurança na Casa Branca após o tiroteio ocorrido neste sábado (23) nas proximidades do complexo presidencial, em Washington.

Segundo a RT Brasil, Trump afirmou em sua conta na Truth Social que o episódio demonstra a importância de futuros presidentes terem à disposição “o espaço mais seguro desse tipo já construído em Washington”. O presidente dos Estados Unidos também agradeceu ao Serviço Secreto pela resposta ao ataque, que terminou com a morte do atirador.

O autor dos disparos foi identificado como Nasir Best, de 21 anos. De acordo com a declaração de Trump, ele tinha histórico violento e “possivelmente tinha uma obsessão pelo edifício mais querido do nosso país”.

O tiroteio ocorreu quando Best se aproximou de um posto de controle de segurança nas imediações da Casa Branca e abriu fogo contra agentes. Trump já estava no local no momento do incidente, após cancelar planos de viagem para o fim de semana.

Em comunicado, o Serviço Secreto informou que uma pessoa que passava pela área ficou ferida durante o ataque. O órgão acrescentou que nenhum agente foi atingido ao neutralizar o atirador.

Testemunhas relataram que o jovem caminhava de maneira errática antes de sacar um revólver e efetuar vários disparos contra o ponto de controle. Jornalistas que estavam nas proximidades disseram ter ouvido entre 20 e 30 tiros, antes de serem retirados por agentes de segurança e levados para a sala de coletivas de imprensa.

O caso reacendeu o debate sobre a proteção em torno da Casa Branca e sobre os protocolos de segurança adotados para presidentes, autoridades e equipes que trabalham no complexo presidencial. A área é uma das mais protegidas de Washington e conta com vigilância permanente do Serviço Secreto.

Nos últimos dois anos, Trump foi alvo de várias tentativas de assassinato, incluindo o episódio de julho de 2024, quando foi atingido de raspão na orelha durante um evento na Pensilvânia.

O texto também cita outro incidente recente ocorrido no mês passado, quando Cole Tomas Allen abriu fogo durante o jantar da Associação de Correspondentes da Casa Branca, em Washington. Segundo as informações fornecidas, ele foi detido por agentes do Serviço Secreto antes de conseguir entrar no salão onde estavam o presidente e integrantes de seu gabinete.

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