Trump: parece que a Rússia está por trás do envenenamento de ex-espião no Reino Unido

O presidente dos EUA, Donald Trump, declarou nesta quinta-feira (15) que a Rússia pode estar por trás do envenenamento do ex-espião russo, Sergei Skripal, achado morto em Londres em 4 de março; "Certamente parece que os russos estavam por trás disso. Algo que nunca deveria acontecer e estamos levando muito a sério, assim como muitos outros", disse Trump a jornalistas na Casa Branca

O presidente dos EUA, Donald Trump, declarou nesta quinta-feira (15) que a Rússia pode estar por trás do envenenamento do ex-espião russo, Sergei Skripal, achado morto em Londres em 4 de março; "Certamente parece que os russos estavam por trás disso. Algo que nunca deveria acontecer e estamos levando muito a sério, assim como muitos outros", disse Trump a jornalistas na Casa Branca
O presidente dos EUA, Donald Trump, declarou nesta quinta-feira (15) que a Rússia pode estar por trás do envenenamento do ex-espião russo, Sergei Skripal, achado morto em Londres em 4 de março; "Certamente parece que os russos estavam por trás disso. Algo que nunca deveria acontecer e estamos levando muito a sério, assim como muitos outros", disse Trump a jornalistas na Casa Branca (Foto: Aquiles Lins)
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Sputnik Brasil - O presidente dos EUA, Donald Trump, declarou nesta quinta-feira (15) que a Rússia pode estar por trás do envenenamento do ex-espião russo, Sergei Skripal, achado morto em Londres em 4 de março.

"Certamente parece que os russos estavam por trás disso. Algo que nunca deveria acontecer e estamos levando muito a sério, assim como muitos outros", disse Trump a jornalistas na Casa Branca.

A recente notícia sobre a morte do ex-espião russo Sergei Skripal provocou uma tensão nas relações entre Moscou e Londres após a primeira-ministra Theresa May ter acusado a Rússia de estar envolvida no atentado contra o ex-oficial. Moscou negou veementemente qualquer envolvimento.

Anteriormente, as autoridades russas refutaram todas as alegações de Londres de que Moscou teria algum envolvimento no incidente. Segundo o ministro das Relações Exteriores russo, Sergei Lavrov, Moscou está pronta para cooperar na investigação, desde que tenha acesso aos materiais do caso, incluindo amostras da substância em questão.

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