Trump vai barrar cidadãos de países islâmicos e refugiados, dizem jornais

Donald Trump, presidente dos Estados Unidos, anunciará nesta quarta-feira (25) que vetará a entrada no país de cidadãos de alguns países muçulmanos por um mês e da maioria dos refugiados nos próximos quatro meses; as medidas deverão ser apresentadas após uma reunião no Departamento de Segurança Interna, segundo membros do novo governo citados pelo jornal "The Wall Street Journal" e às agências Associated Press e Reuters

Presidente eleito dos Estados Unidos, Donald Trump, durante discurso em Manhattan. 09/11/2016 REUTERS/Mike Segar
Presidente eleito dos Estados Unidos, Donald Trump, durante discurso em Manhattan. 09/11/2016 REUTERS/Mike Segar (Foto: Giuliana Miranda)
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247 - Donald Trump, presidente dos Estados Unidos, anunciará nesta quarta-feira (25) que vetará a entrada no país de cidadãos de alguns países muçulmanos por um mês e da maioria dos refugiados nos próximos quatro meses. As medidas deverão ser apresentadas após uma reunião no Departamento de Segurança Interna, segundo membros do novo governo citados pelo jornal "The Wall Street Journal" e às agências Associated Press e Reuters.

As informações são de reportagem na Folha de S.Paulo. 

"Segundo os três meios de comunicação, dentre os países cujos cidadãos terão a entrada proibida por pelo menos 30 dias estão Irã, Iraque, Líbia, Somália, Sudão e Iêmen —todos países de maioria muçulmana.

Iraque, Líbia, Iêmen e Somália estão em conflito armado aberto, com forte presença de grupos terroristas como a Al Qaeda e o Estado Islâmico. Irã e Sudão estão na lista americana de países que apoiam o terrorismo.

Trump também vetará por ao menos quatro meses a concessão de refúgio a estrangeiros, exceção feita àqueles que fogem da perseguição religiosa em seus países, como os cristãos em nações muçulmanas.

Todos os detalhes ainda não estavam definidos até a noite de terça. Os integrantes do governo americano afirmavam que ainda faltavam acertar algumas regras para as restrições aos refugiados.

Não houve, porém, nenhuma menção à Síria, que está na lista de nações patrocinadoras do terrorismo e passa por quase seis anos de guerra civil. No governo Obama, mais de 10 mil refugiados sírios foram admitidos."

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