"Um dia todos saberão meu nome", teria dito copiloto

Andreas Lubitz suspeito de deliberadamente derrubar o avião nos Alpes franceses, havia dito à sua namorada que estava sob tratamento psiquiátrico e que estava planejando um gesto espetacular de que todos se lembrariam, informou o jornal alemão Bild; "Quando eu ouvi sobre o acidente, me lembrei de uma frase, de novo e de novo, que ele disse", relatou a mulher, uma comissária de bordo de 26 anos; "'Um dia eu vou fazer algo que vai mudar o sistema, e então todo mundo vai saber meu nome e lembrar-se dele'."; disse ela  

Andreas Lubitz suspeito de deliberadamente derrubar o avião nos Alpes franceses, havia dito à sua namorada que estava sob tratamento psiquiátrico e que estava planejando um gesto espetacular de que todos se lembrariam, informou o jornal alemão Bild; "Quando eu ouvi sobre o acidente, me lembrei de uma frase, de novo e de novo, que ele disse", relatou a mulher, uma comissária de bordo de 26 anos; "'Um dia eu vou fazer algo que vai mudar o sistema, e então todo mundo vai saber meu nome e lembrar-se dele'."; disse ela
 
Andreas Lubitz suspeito de deliberadamente derrubar o avião nos Alpes franceses, havia dito à sua namorada que estava sob tratamento psiquiátrico e que estava planejando um gesto espetacular de que todos se lembrariam, informou o jornal alemão Bild; "Quando eu ouvi sobre o acidente, me lembrei de uma frase, de novo e de novo, que ele disse", relatou a mulher, uma comissária de bordo de 26 anos; "'Um dia eu vou fazer algo que vai mudar o sistema, e então todo mundo vai saber meu nome e lembrar-se dele'."; disse ela   (Foto: José Barbacena)

Reuters - O copiloto suspeito de deliberadamente derrubar um avião de passageiros nos Alpes franceses havia dito à sua namorada que estava sob tratamento psiquiátrico e que estava planejando um gesto espetacular de que todos se lembrariam, disse o jornal alemão Bild neste sábado.

O jornal publicou uma entrevista com uma mulher que disse ter tido um relacionamento em 2014 com Andreas Lubitz, o homem que promotores franceses acreditam ter se trancado sozinho na cabine do Airbus da Germanwings na terça-feira e conduzido-o em direção a uma montanha, matando todas as 150 pessoas a bordo.

"Quando eu ouvi sobre o acidente, me lembrei de uma frase, de novo e de novo, que ele disse", disse a mulher, uma comissária de bordo de 26 anos identificada apenas como Maria W., ao jornal Bild. "'Um dia eu vou fazer algo que vai mudar o sistema, e então todo mundo vai saber meu nome e lembrar-se dele'."

"Eu não sabia o que ele queria dizer com isso na época, mas agora é óbvio", disse ela.

"Ele nunca falou muito sobre sua doença, só que estava sob tratamento psiquiátrico."

Autoridades alemãs disseram na sexta-feira ter encontrado atestados médicos rasgados mostrando que o copiloto sofria de uma doença que deveria ter impedido seu embarque no dia da tragédia. A Germanwings, companhia aérea da Lufthansa, disse que ele não havia submetido nenhum atestado à época.

Maria W. disse ao jornal: "Nós sempre conversamos muito sobre o trabalho e, em seguida, ele se tornou uma pessoa diferente. Ele tornou-se preocupado com as condições sob as quais trabalhávamos: muito pouco dinheiro, medo de perder o contrato, muita pressão".

Um porta-voz da Lufthansa não quis comentar.

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