Unasul deve ter reunião de emergência contra golpe

O presidente da Bolívia, Evo Morales, propôs uma reunião de emergência da União das Nações Sul-americanas (Unasul) para defender a presidente Dilma e o ex-presidente Lula; "Devemos fazer uma reunião de emergência da Unasul no Brasil para defender a democracia brasileira, para defender a Dilma e o Lula. Esperamos que o nosso presidente da Unasul e presidente do Uruguai, Tabaré Vásquez, bem como todos os chefes de Estado da região se mobilizem", afirmou Morales, em um discurso na cidade de El Alto; na avaliação de Morales, está sendo gestado no Brasil "um golpe do Congresso" capitaneado por "grupos oligárquicos dos Estados Unidos" com o objetivo de evitar que Lula seja candidato a presidente em 2018

O presidente da Bolívia, Evo Morales, propôs uma reunião de emergência da União das Nações Sul-americanas (Unasul) para defender a presidente Dilma e o ex-presidente Lula; "Devemos fazer uma reunião de emergência da Unasul no Brasil para defender a democracia brasileira, para defender a Dilma e o Lula. Esperamos que o nosso presidente da Unasul e presidente do Uruguai, Tabaré Vásquez, bem como todos os chefes de Estado da região se mobilizem", afirmou Morales, em um discurso na cidade de El Alto; na avaliação de Morales, está sendo gestado no Brasil "um golpe do Congresso" capitaneado por "grupos oligárquicos dos Estados Unidos" com o objetivo de evitar que Lula seja candidato a presidente em 2018
O presidente da Bolívia, Evo Morales, propôs uma reunião de emergência da União das Nações Sul-americanas (Unasul) para defender a presidente Dilma e o ex-presidente Lula; "Devemos fazer uma reunião de emergência da Unasul no Brasil para defender a democracia brasileira, para defender a Dilma e o Lula. Esperamos que o nosso presidente da Unasul e presidente do Uruguai, Tabaré Vásquez, bem como todos os chefes de Estado da região se mobilizem", afirmou Morales, em um discurso na cidade de El Alto; na avaliação de Morales, está sendo gestado no Brasil "um golpe do Congresso" capitaneado por "grupos oligárquicos dos Estados Unidos" com o objetivo de evitar que Lula seja candidato a presidente em 2018 (Foto: Leonardo Lucena)
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247 - O presidente da Bolívia, Evo Morales, propôs neste sábado (19) uma reunião de emergência da União das Nações Sul-americanas (Unasul) para defender a presidente Dilma Rousseff e o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, ambos do PT.

"Devemos fazer uma reunião de emergência da Unasul no Brasil para defender a democracia brasileira, para defender a Dilma e o Lula. Esperamos que o nosso presidente da Unasul e presidente do Uruguai, Tabaré Vásquez, bem como todos os chefes de Estado da região se mobilizem", afirmou Morales, em um discurso na cidade de El Alto.

Na avaliação dele, está sendo gestado no Brasil "um golpe do Congresso" capitaneado por "grupos oligárquicos dos Estados Unidos" com o objetivo de evitar que Lula seja candidato nas próximas eleições presidenciais.

O chanceler uruguaio, Rodolfo Nin Novoa, afirmou, nesta sexta-feira (18), em Montevidéu que "está circulando em todos os países da Unasul fazendo um chamado e uma pedido que se respeite a ordem institucional no Brasil".

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O ex-presidente Lula tem recebido apoios de vários líderes internacionais em consequência do seu risco de ser preso. No começo deste mês, ex-chefes de Estado e de governo de diversos países da Europa e da América Latina destacaram, em manifesto, a importância do ex-presidente brasileiro no combate à pobreza e no aprofundamento da democracia

Nomes como Cristina Kirchner (Argentina), Fernando Lugo (Paraguai), José Mujica (Uruguai) e Juan Manuel Insulza (OEA), afirmam, no documento, o governo do ex-presidente "aprofundou a democracia, estimulando a diversidade política e cultural do país, a transparência do Estado e da vida pública".

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"O Executivo, o Ministério Público e o Poder Judiciário puderam realizar investigações de atos de corrupção eventualmente ocorridos na administração direta ou indireta do Estado", diz o texto. "Preocupa à opinião democrática, no entanto, a tentativa de alguns setores de destruir a imagem deste grande brasileiro. Lula não se considera nem está acima das leis. Mas tampouco pode ser objeto de injustificados ataques a sua integridade pessoa".

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