Unicef: Bibi Netanyahu já matou quase 300 crianças

O genocida Benjamin Netanyahu, primeiro-ministro israelense que, segundo a Organização das Nações Unidas, envergonha a humanidade, alcançou mais uma marca indigna neste fim de semana; balanço da Unicef, o Fundo das Nações Unidas para a Infância, revela que ele já matou 296 crianças e adolescentes desde o início da ofensiva em Gaza; elas representam 30% das vítimas civis; "nada causa tanta vergonha quanto matar crianças dormindo", lembrou o secretário-geral da ONU Ban Ki-Moon; no entanto, o criminoso de guerra Netanyahu promete manter o massacre; ele quer mais sangue de inocentes

www.brasil247.com - O genocida Benjamin Netanyahu, primeiro-ministro israelense que, segundo a Organização das Nações Unidas, envergonha a humanidade, alcançou mais uma marca indigna neste fim de semana; balanço da Unicef, o Fundo das Nações Unidas para a Infância, revela que ele já matou 296 crianças e adolescentes desde o início da ofensiva em Gaza; elas representam 30% das vítimas civis; "nada causa tanta vergonha quanto matar crianças dormindo", lembrou o secretário-geral da ONU Ban Ki-Moon; no entanto, o criminoso de guerra Netanyahu promete manter o massacre; ele quer mais sangue de inocentes
O genocida Benjamin Netanyahu, primeiro-ministro israelense que, segundo a Organização das Nações Unidas, envergonha a humanidade, alcançou mais uma marca indigna neste fim de semana; balanço da Unicef, o Fundo das Nações Unidas para a Infância, revela que ele já matou 296 crianças e adolescentes desde o início da ofensiva em Gaza; elas representam 30% das vítimas civis; "nada causa tanta vergonha quanto matar crianças dormindo", lembrou o secretário-geral da ONU Ban Ki-Moon; no entanto, o criminoso de guerra Netanyahu promete manter o massacre; ele quer mais sangue de inocentes (Foto: Leonardo Attuch)


247 - O genocida Benjamin Netanyahu, primeiro-ministro de Israel, conquistou, neste sábado, mais um recorde indigno. De acordo com a Unicef, o Fundo das Nações Unidas para a Infância, ele já assassinou 296 crianças e adolescentes, desde o início da ofensiva militar contra o povo palestino, na Faixa de Gaza.

"As crianças representam 30% das vítimas civis", afirma o Fundo das Nações Unidas para a Infância. E o saldo de mortes pode ser ainda maior. "O número de crianças mortas nas últimas 48 horas pode aumentar, após uma série de verificações que estão sendo feitas", afirma o Unicef.

Netanyahu, que lidera a carnificina com apoio dos Estados Unidos, tem sido duramente condenado pelas Nações Unidas. O secretário-geral da ONU, Ban Ki-Moon, afirmou que "nada causa tanta vergonha quanto matar crianças dormindo" depois que ele decidiu bombardear uma escola da ONU que servia de abrigo para refugiados, mesmo tendo recebido 17 informes da ONU de que ali havia crianças desamparadas.

Ao todo, o genocida de Tel Aviv já assassinou 1.670 pessoas e, segundo a ONU, deveria ser julgado como "criminoso de guerra". No entanto, Israel é um dos poucos países do mundo que não se submetem às leis internacionais.

De acordo com a ONU, o governo de Bibi Netanyahu envergonha toda a humanidade.

Leia, abaixo, reportagem em que o criminoso de guerra promete levar adiante seu massacre:

Ofensiva vai continuar até Israel se sentir seguro, diz primeiro-ministro

Da Agência Brasil 

A ofensiva de Israel irá continuar na Faixa de Gaza e nem recuar até que o país se sinta seguro em relação ao Hamas, informou o primeiro-ministro israelense, Benjamin Netanyahu.

Durante o dia de hoje (2), o Exército israelense anunciou a retirada de soldados das cidades de Beit Lahiya, no Norte da região. Com essa medida, veículos internacionais de comunicação chegaram a noticiar que a operação israelense estaria chegando ao fim.

A operação israelense, que começou 8 de julho, causou mais de 1,6 mil mortos do lado palestino, entre eles 296 crianças e adolescentes, segundo o Fundo das Nações Unidas para a Infância (Unicef). Do lado israelense, foram mortas 63 pessoas.

Desde ontem (1º), Israel já tinha decidido que não fecharia um acordo com o Hamas para pôr fim às hostilidades, mas que atuaria por própria iniciativa até estarem cumpridos todos os objetivos.

Enquanto não existe um cessar-fogo, o Egito procura mediar uma solução para os conflitos entre Israel e o Hamas, na Faixa de Gaza. Para o presidente egípcio, Abdel Fattah Sissi, a proposta egípcia representa uma "possibilidade real" para o fim dos confrontos.

A iniciativa egípcia, apresentada dias depois do início da ofensiva israelense, previa um cessar-fogo seguido de negociações. Foi aceita por Israel, mas rejeitada pelo Hamas, que exigia como condição prévia o fim do bloqueio em vigor desde 2006, a abertura da fronteira com o Egito e a libertação de prisioneiros por Israel.

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