Uso recreativo da maconha é liberado para 63 milhões de americanos

Além de votarem na eleição que deu vitória ao republicano Donald Trump, os americanos decidiram pela liberação do uso da maconha nos estados da Califórnia, Massachusetts, Nevada e Maine; uso recreativo da erva já era realidade na capital e nos Estados do Colorado, Oregon, Washington e Alasca; com isso, 20% da população dos EUA vivem agora em Estados onde o uso recreativo de cannabis é legal para maiores de 21 anos; mercado regulado de maconha movimenta US$ 6,8 bilhões por ano nos EUA e, com a adesão da Califórnia no segmento recreativo, em quatro anos esse valor deverá saltar para 22 bilhões

Potes com maconha vistos em loja na Califórnia. 18/10/2016 REUTERS/Mario Anzuoni/File Photo
Potes com maconha vistos em loja na Califórnia. 18/10/2016 REUTERS/Mario Anzuoni/File Photo (Foto: Aquiles Lins)

247 - Além de votarem na eleição que deu vitória ao republicano Donald Trump, os americanos decidiram pela liberação do uso da maconha nos estados da Califórnia, Massachusetts, Nevada e Maine. Uso recreativo da erva já era realidade na capital e nos Estados do Colorado, Oregon, Washington e Alasca

Com isso, mais de 63 milhões de norte-americanos (20% da população) vivem agora em Estados onde o uso recreativo de cannabis é legal para maiores de 21 anos. Dos que levaram o tema a referendo, apenas o Arizona rejeitou a proposta.

Quanto ao uso medicinal, eleitores de Flórida, Arkansas, Montana e Dakota do Norte disseram "sim" à legalização, que hoje alcança 29 dos 50 Estados do país.

A Califórnia foi pioneira em legalizar o uso medicinal da maconha nos EUA, em 1996. O Estado, o mais populoso e mais rico do país, faz fronteira com o México e tem potencial para impactar o debate sobre drogas em toda a América Latina.

De acordo com projeções do Arcview Group, companhia que faz a ponte entre investidores e empresas de cannabis, o mercado regulado de maconha movimenta 6,8 bilhões de dólares por ano nos EUA e, com a adesão da Califórnia no segmento recreativo, em quatro anos esse valor deverá saltar para 22 bilhões.

Leia reportagem da revista Carta Capital sobre o assunto.

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