Vale e a BSG Resources devem perder licenças na Guiné

 O governo da Guiné aprovou o relatório elaborado pela comissão responsável por investigar os acordos de mineração no país A comissão recomendou que a Vale e a BSG Resources Ltda. percam as suas licenças de exploração para o projeto de minério de ferro de Simandou, uma área de 600 quilômetros quadrados no país africano; um decreto presidencial revogando as licenças das duas companhias deverá ser aponta que a BSG Resources teria utilizado a corrupção como meio para obter o licenciamento 

 O governo da Guiné aprovou o relatório elaborado pela comissão responsável por investigar os acordos de mineração no país A comissão recomendou que a Vale e a BSG Resources Ltda. percam as suas licenças de exploração para o projeto de minério de ferro de Simandou, uma área de 600 quilômetros quadrados no país africano; um decreto presidencial revogando as licenças das duas companhias deverá ser aponta que a BSG Resources teria utilizado a corrupção como meio para obter o licenciamento 
 O governo da Guiné aprovou o relatório elaborado pela comissão responsável por investigar os acordos de mineração no país A comissão recomendou que a Vale e a BSG Resources Ltda. percam as suas licenças de exploração para o projeto de minério de ferro de Simandou, uma área de 600 quilômetros quadrados no país africano; um decreto presidencial revogando as licenças das duas companhias deverá ser aponta que a BSG Resources teria utilizado a corrupção como meio para obter o licenciamento  (Foto: Paulo Emílio)

247- O governo da Guiné aprovou o relatório elaborado pela comissão responsável por investigar os acordos de mineração no país A comissão recomendou que a Vale e a BSG Resources Ltda. percam as suas licenças de exploração para o projeto de minério de ferro de Simandou, no país africano. Um decreto presidencial revogando as licenças das duas companhias deverá ser anunciado nos próximos dias.

A decisão, tomada de forma unânime, aconteceu pouco depois da publicação de um relatório sobre a maneira pela qual a BSG Resources teria conseguido a concessão das reservas de Simandou, uma área de 600 quilômetros quadrados. Os técnicos do governo afirmaram, no relatório, ter encontrado "evidências precisas e coerentes" de que a BSG Resources teria obtido a concessão e as licenças necessárias utilizando a corrupção para alcançar seus objetivos. A empresa, que obteve a permissão em 2003, vendeu 51% da sua participação no projeto à mineradora Vale em 2010. Na época, o valor da transação foi de cerca de US$ 2,5 bilhões.

A BSG Resources, além de negar as irregularidaes, acusa o presidente da Guiné, Alpha Condé, de querer expropriar a empresa por meio de furto. A vale também nega as irregularidades e diz que as acusações referem-se a fatos atados de antes da sua entrada no país. O relatório do governo da Guiné recomendou, ainda eu o BSG Resources, seja impedido de participar de novas ofertas de licenciamento. Não existe recomendação neste sentido sobre Vale.

 

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