Venezuela: ministro da Defesa fala em golpe de Estado "em marcha"

Vladimir Padrino López, disse nesse domingo (24) que há um golpe de Estado em marcha no país, com origem no exterior, para derrubar o governo do presidente Nicolás Maduro; segundo o ministro, o golpe de Estado é apoiado por meios de comunicação social, por políticos espanhóis, pelo Parlamento europeu e por porta-vozes dos Estados Unidos, depois de o presidente norte-americano, Barack Obama, ter dado "luz verde" para o governo da Venezuela ser considerado "ilegítimo"

Vladimir Padrino López, disse nesse domingo (24) que há um golpe de Estado em marcha no país, com origem no exterior, para derrubar o governo do presidente Nicolás Maduro; segundo o ministro, o golpe de Estado é apoiado por meios de comunicação social, por políticos espanhóis, pelo Parlamento europeu e por porta-vozes dos Estados Unidos, depois de o presidente norte-americano, Barack Obama, ter dado "luz verde" para o governo da Venezuela ser considerado "ilegítimo"
Vladimir Padrino López, disse nesse domingo (24) que há um golpe de Estado em marcha no país, com origem no exterior, para derrubar o governo do presidente Nicolás Maduro; segundo o ministro, o golpe de Estado é apoiado por meios de comunicação social, por políticos espanhóis, pelo Parlamento europeu e por porta-vozes dos Estados Unidos, depois de o presidente norte-americano, Barack Obama, ter dado "luz verde" para o governo da Venezuela ser considerado "ilegítimo" (Foto: Roberta Namour)
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Da Agência Lusa

O ministro venezuelano da Defesa, Vladimir Padrino López, disse nesse domingo (24) que há um golpe de Estado em marcha no país, com origem no exterior, para derrubar o governo do presidente Nicolás Maduro.

"Há um golpe de Estado em marcha, de fora e com ligações internas", denunciou o general Vladimir López, em entrevista ao canal privado de televisão Televen.

Segundo o ministro, o golpe de Estado é apoiado por meios de comunicação social, por políticos espanhóis, pelo Parlamento europeu e por porta-vozes dos Estados Unidos, depois de o presidente norte-americano, Barack Obama, ter dado "luz verde" para o governo da Venezuela ser considerado "ilegítimo".

Vladimir Padrino López afirmou que a realidade venezuelana é muito complexa, que há uma política de desgaste que tenta minar as Forças Armadas Venezuelanas (FAV) e o que elas representam para o Estado e a sociedade.

"Estamos tomando medidas para que as FAV se convertam numa muralha, para pôr fim a todas as ameaças internas e externas", disse. Ele considerou "uma apreciação errada, desproporcional, perversa, mesquinha e tendenciosa" afirmar que as FAV e o Supremo Tribunal de Justiça "apoiam o governo", porque são duas instituições a serviço do país.

Segundo López, "o governo apoia-se na eleição popular". Ele disse que as Forças Armadas garantem a instituição da democracia, que elas observam quais são as ameaças para depois atuar".

Vladimir Padrino López apelou à "concórdia" entre os venezuelanos.

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