Inteligência artificial. Ela vai assegurar as nossas vidas

Esta é a Era da Inteligência Artificial (IA). Já estamos vivendo num futuro de ficção científica, no qual a IA deu saltos e avançou léguas em apenas alguns poucos anos. Ela está tornando nossas vidas mais fáceis, introduzindo de forma intensiva tecnologias como a do reconhecimento vocal e a do reconhecimento de imagens.

Esta é a Era da Inteligência Artificial (IA). Já estamos vivendo num futuro de ficção científica, no qual a IA deu saltos e avançou léguas em apenas alguns poucos anos. Ela está tornando nossas vidas mais fáceis, introduzindo de forma intensiva tecnologias como a do reconhecimento vocal e a do reconhecimento de imagens.
Esta é a Era da Inteligência Artificial (IA). Já estamos vivendo num futuro de ficção científica, no qual a IA deu saltos e avançou léguas em apenas alguns poucos anos. Ela está tornando nossas vidas mais fáceis, introduzindo de forma intensiva tecnologias como a do reconhecimento vocal e a do reconhecimento de imagens. (Foto: Luis Pellegrini)

 

 

Por: Equipe Oásis

Fonte: www.luispellegrini.com.br

 

A Casa Branca acaba de publicar um relatório de 58 páginas no qual faz um balanço da atual situação da pesquisa teórica e prática da Inteligência Artificial (IA), as suas aplicações já confirmadas e potenciais, e suas implicações no progresso da nossa sociedade. Um segundo documento explica em detalhe as estratégias governamentais norte-americanas para manter sempre atualizadas a pesquisa e o desenvolvimento tecnológico sobre essa matéria.

 

 

O governo de Barack Obama deverá permanecer na história como a administração que, por decisão do atual presidente, mais se empenhou na construção contínua de uma política de incremento da capacidade nacional em termos de ciência e tecnologia. A 13 de outubro, Obama presidiu a White House Frontiers Conference, em Pittsburgh, cujo objetivo foi “imaginar a nação e o mundo nos próximos 50 anos e para além, e explorar o potencial de avanço em direção a fronteiras que irão tornar o mundo mais saudável, mais próspero, mais igualitário e mais seguro”, de acordo com nota da Casa Branca.

Para mostrar que seu discurso não era feito de palavras vãs, Obama também lançou dois documentos que focalizam a questão da inteligência artificial. Um deles se chama Preparing for the Future of Artificial Intelligence (Preparando o futuro da inteligência artificial). O segundo documento, o The National Artificial Intelligence Research and Development Strategic Plan (Plano estratégico nacional para a pesquisa e o desenvolvimento da inteligência artificial) é uma decorrência do primeiro. Ele detalha sete estratégias-chave para se garantir a constante atualização dessa pesquisa e desse desenvolvimento.

 


O que é a Inteligência Artificial 

Quando falamos de inteligência artificial, muitos imaginam robôs que falam e podem conversar com humanos, que atuam como serviçais, e que se comportam (numa certa medida) como se fossem pessoas. Exemplo disso é o célebre C-3PO (da série Guerra nas estrelas), sem o look metálico.

Ou então, um supercomputador capaz de ler e entender tão bem o comportamento humano que consegue interagir conosco como se humano fosse, ao mesmo tempo que controla todo o sistema no qual estamos inseridos – como o Hal 9000 (do filme 2001: Odisseia no Espaço). Claro, na realidade ainda não chegamos a um tal grau de domínio da IA, mas a verdade é que não estamos muito longe disso.

A Inteligência Artificial é, em definitivo, o alvo para o qual se dirige todo o desenvolvimento tecnológico na atualidade. IA refere-se à inteligência exibida por máquinas e computadores, particularmente no que se refere ao uso de computadores para analisar e compreender a inteligência humana – e se aproximar cada vez mais de um comportamento inteligente. Trata-se de uma tecnologia que está conectada a várias outras aplicações, cada uma delas mimando ou imitando um aspecto particular do comportamento humano inteligente.

Talvez os dois comportamentos mais comuns já dominados pela inteligência artificial sejam o reconhecimento da voz humana e o da nossa imagem ou de outros padrões corporais humanos (reconhecimento da íris dos olhos, das impressões digitais, etc).

 


Nossas vidas ficaram mais fáceis

O potencial da IA é imenso, não existem dúvidas quanto a isso. Mas até que ponto essa tecnologia de ficção científica já faz parte da nossa vida diária? Existe já uma enormidade de assistentes e secretárias virtuais que reconhecem e confiam na voz que as comanda. Esses auxiliares estão em nossos computadores e telefones celulares, sempre prontos a nos oferecer informações e recomendações úteis.

Outros exemplos são o Google Neural Machine Translation system (GNMT) e o DeepMind, que incrementaram enormemente os modos através dos quais nossas máquinas captam a voz humana e conseguem entender a sua linguagem.

 

 

O reconhecimento de imagem também é tecnologia amplamente usada. Os computadores agora são capazes de coletar e organizar nossos caóticos arquivos fotográficos e inclusive sugerir qual é a melhor tag para se atribuir a uma determinada foto. À parte o seu uso em aplicativos sociais, o reconhecimento de imagem também se torna cada vez mais popular no âmbito da medicina, com o desenvolvimento de técnicas ainda mais avançadas de imageria. Claro, seu uso é também aplicado no caso dos veículos autônomos (tais como os drones que entregam comida a domicílio) e em outras aplicações robóticas.

O importante é que, num grande número de maneiras, a IA já conseguiu tornar nossas vidas mais fáceis. Embora nossa tradição em matéria de ficção científica não tenha produzido sempre uma imagem positiva e útil da IA (muitas vezes os autores criam histórias nas quais os robôs se voltam contra nós), já não podemos viver – no modelo atual de civilização – sem a ajuda das máquinas dotadas de inteligência artificial.

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