Prodígio no jazz. Joey Alexander tem apenas 11 anos, mas toca como poucos

Joey Alexander toca um jazz moderno e afiado que você não esperaria de um pré-adolescente. Criado ouvindo os discos antigos de seu pai, ouça como o garoto de 11 anos encanta a plateia TED com sua apresentação muito especial de um clássico de Thelonious Monk

Joey Alexander toca um jazz moderno e afiado que você não esperaria de um pré-adolescente. Criado ouvindo os discos antigos de seu pai, ouça como o garoto de 11 anos encanta a plateia TED com sua apresentação muito especial de um clássico de Thelonious Monk
Joey Alexander toca um jazz moderno e afiado que você não esperaria de um pré-adolescente. Criado ouvindo os discos antigos de seu pai, ouça como o garoto de 11 anos encanta a plateia TED com sua apresentação muito especial de um clássico de Thelonious Monk (Foto: Luis Pellegrini)

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Vídeo: TED – Ideas Worth Spreading

Tradução: Rafael Eufrásio. Revisão: Maricene Crus


Sem dúvida, o jovem pianista Joey Alexander tem um dom que leva direto à alma do jazz – e à alma dos ouvintes. Nativo da Ilha de Bali, ele aprendeu a tocar piano ainda garoto, como autodidata, simplesmente ouvindo os CDs de jazz clássico que pertenciam ao seu pai. Este último logo reconheceu o talento excepcional do filho, e o apresentou a alguns músicos. Resultado: com 6 anos de idade o garoto já estava tocando em jam sessions com intérpretes seniors de renome internacional. Mais um ou dois anos, e lá estava ele, tocando para enormes plateias em teatros e estádios que iam de Jacarta a Copenhague, passando por Washington e Nova York. Influenciado por Thelonius Monk, Coltrane e seu fã mútuo, Herbie Hancock, o estilo de Alexander é descrito pelo New York Times como “tecnicamente fluente e harmonicamente astuto”. O garoto parece não ter limites, e é espantoso o que consegue fazer com tão pouca idade, e com suas mãos e dedos ainda tão pequenos e finos. Seu álbum mais recente é “My Favorite Things”, lançado em 2015.


Vídeo – A interpretação de ‘Round Midnight’ alcançada por Joey Alexander não é apenas magnífica por sua virtuosidade, mas também pela maturidade e profundidade de percepção que ele trouxe para esse clássico de Monk”. As palavras são de Jeff Tamarkin, principal crítico da revista A JazzTime, e soam como uma consagração.

 

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