Aberto ao diálogo, Serra contrapõe Aécio no PSDB

Cacique tucano revelou ter conversado por 40 minutos com o ministro da Fazenda, Joaquim Levy, e disse estar disposto a ajudar nas negociações do projeto que obriga o governo a regulamentar o novo indexador da dívida de Estados e municípios; ontem, durante a exposição do ministro na Comissão de Assuntos Econômicos (CAE) do Senado, os dois mantiveram um diálogo cordial, determinante para adiar a votação, uma vitória do ministro; e abriram um canal de interlocução entre governo e oposição; ainda sonhando com a presidência, José Serra vai tentar se mostrar um opositor mais qualificado do que Aécio até 2018

Cacique tucano revelou ter conversado por 40 minutos com o ministro da Fazenda, Joaquim Levy, e disse estar disposto a ajudar nas negociações do projeto que obriga o governo a regulamentar o novo indexador da dívida de Estados e municípios; ontem, durante a exposição do ministro na Comissão de Assuntos Econômicos (CAE) do Senado, os dois mantiveram um diálogo cordial, determinante para adiar a votação, uma vitória do ministro; e abriram um canal de interlocução entre governo e oposição; ainda sonhando com a presidência, José Serra vai tentar se mostrar um opositor mais qualificado do que Aécio até 2018
Cacique tucano revelou ter conversado por 40 minutos com o ministro da Fazenda, Joaquim Levy, e disse estar disposto a ajudar nas negociações do projeto que obriga o governo a regulamentar o novo indexador da dívida de Estados e municípios; ontem, durante a exposição do ministro na Comissão de Assuntos Econômicos (CAE) do Senado, os dois mantiveram um diálogo cordial, determinante para adiar a votação, uma vitória do ministro; e abriram um canal de interlocução entre governo e oposição; ainda sonhando com a presidência, José Serra vai tentar se mostrar um opositor mais qualificado do que Aécio até 2018 (Foto: Gisele Federicce)

247 – Um dos caciques do PSDB, principal partido de oposição ao governo da presidente Dilma Rousseff, o senador José Serra (SP) se mostrou ontem um verdadeiro canal de interlocução entre governo e oposição. Ele se colocou à disposição ontem para ajudar nas negociações, no Congresso, do projeto que obriga o governo a regulamentar o indexador da dívida de Estados e municípios.

Durante a exposição do ministro da Fazenda, Joaquim Levy, na Comissão de Assuntos Econômicos (CAE) do Senado, o senador tucano manteve um diálogo cordial com o integrante do governo. O tom foi determinante para acalmar os ânimos da oposição na discussão sobre o tema e para o adiamento da votação, uma vitória de Levy.

Além disso, antes da reunião de líderes que decidiu pelo adiamento da votação, José Serra revelou ao líder do PMDB, senador Eunício Oliveira (CE), ter conversado durante 40 minutos por telefone, no dia anterior, com o chefe da Economia para esclarecer o assunto, revelou hoje o jornalista Tales Faria, do portal iG.

Graças a Serra, Levy não só saiu vitorioso, mas conseguiu abrir caminho para que o acordo sobre a dívida firmado com o prefeito do Rio de Janeiro, Eduardo Paes (PMDB), que chegou a entrar com um processo contra a União para que o indexador fosse regulamentado, fosse estendido a outros estados e municípios.

Por outro lado, o presidente do PSDB, Aécio Neves (MG), usou seu tempo de fazer perguntas ao ministro Joaquim Levy para fazer um discurso e bater no governo Dilma. O tucano chegou a dizer que o ministro "merece nosso respeito" pelo esforço que vem fazendo. José Serra, ainda sonhando com a presidência da República, vai tentar se mostrar um opositor mais qualificado do que o Aécio até 2018, na esperança de que seja ao menos um candidato interno contra o mineiro e possivelmente o paulista Geraldo Alckmin.

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