Advogado diz que Zelotes muda foco para atingir Lula

Cristiano Martins, que defende Luis Cláudio Lula da Silva no processo da Operação Zelotes, afirma que as investigações mudaram o foco para atingir o ex-presidente da República por meio de seu filho; "Ela nasceu para apurar um suposto desvio de R$ 19 bilhões em fraudes no Carf, mas virou um instrumento de perseguição e de tentativa de incriminar o Luis Cláudio para atingir o Lula"; para ele, o filho do ex-presidente não tem obrigação de abrir dados de sua empresa e que o inquérito, inclusive, já deveria ter sido encerrado

Cristiano Martins, que defende Luis Cláudio Lula da Silva no processo da Operação Zelotes, afirma que as investigações mudaram o foco para atingir o ex-presidente da República por meio de seu filho; "Ela nasceu para apurar um suposto desvio de R$ 19 bilhões em fraudes no Carf, mas virou um instrumento de perseguição e de tentativa de incriminar o Luis Cláudio para atingir o Lula"; para ele, o filho do ex-presidente não tem obrigação de abrir dados de sua empresa e que o inquérito, inclusive, já deveria ter sido encerrado
Cristiano Martins, que defende Luis Cláudio Lula da Silva no processo da Operação Zelotes, afirma que as investigações mudaram o foco para atingir o ex-presidente da República por meio de seu filho; "Ela nasceu para apurar um suposto desvio de R$ 19 bilhões em fraudes no Carf, mas virou um instrumento de perseguição e de tentativa de incriminar o Luis Cláudio para atingir o Lula"; para ele, o filho do ex-presidente não tem obrigação de abrir dados de sua empresa e que o inquérito, inclusive, já deveria ter sido encerrado (Foto: José Barbacena)
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247 - O advogado criminalista Cristiano Martins defende o filho de Lula, Luis Cláudio Lula da Silva, no processo da Operação Zelotes e afirma que as investigações mudaram o foco para atingir o ex-presidente da República. "Ela nasceu para apurar um suposto desvio de R$ 19 bilhões em fraudes no Carf, mas virou um instrumento de perseguição e de tentativa de incriminar o Luis Cláudio para atingir o Lula".

Em entrevista ao jornal Folha de S.Paulo, Cristiano afirma que o filho de Lula não é obrigado a abrir dados da negociação que envolve sua empresa. Ele é investigado porque uma de suas empresas, a LFT Marketing Esportivo, recebeu R$ 2,5 milhões da Marcondes & Mautoni (M&M), do lobista Mauro Marcondes, preso sob acusação de negociar a edição de medida provisória que beneficiou montadoras de automóveis.

O advogado defende que o inquérito já deveria ter sido encerrado. "Já devia ser se encerrado, porque não há nenhum fato que possa provar uma conduta ilícita dele. Não há uma referência ao nome do Luis Cláudio em nenhum documento, em nenhuma prova interceptada, colhida ou apreendida. Isso é porque ele não participou de atos ilícitos".

 

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