Aécio agora quer golpe sem direito de defesa a Dilma

"O PSDB amanhã entra com ação na PGR para impedir que a presidente continue a utilizar estrutura do governo para defender-se das acusações que a ela são feitas em relação ao impeachment. O PT sempre teve enorme dificuldade de diferenciar aquilo que é publico daquilo que é privado, aquilo que é publico daquilo que é partidário", disse o senador Aécio Neves (PSDB-MG) nesta tarde; depois de tentar, em parceria com Eduardo Cunha (PMDB-RJ), um golpe baseado em acusações que ainda não foram julgadas pelo Congresso (as chamadas 'pedaladas' de 2014 e 2015), Aécio quer que Dilma seja proibida de se defender; nesta noite, ele reúne governadores tucanos e o ex-presidente FHC para lançar a frente da ilegalidade; no campo da lei, 16 governadores já se posicionaram contra o golpe

"O PSDB amanhã entra com ação na PGR para impedir que a presidente continue a utilizar estrutura do governo para defender-se das acusações que a ela são feitas em relação ao impeachment. O PT sempre teve enorme dificuldade de diferenciar aquilo que é publico daquilo que é privado, aquilo que é publico daquilo que é partidário", disse o senador Aécio Neves (PSDB-MG) nesta tarde; depois de tentar, em parceria com Eduardo Cunha (PMDB-RJ), um golpe baseado em acusações que ainda não foram julgadas pelo Congresso (as chamadas 'pedaladas' de 2014 e 2015), Aécio quer que Dilma seja proibida de se defender; nesta noite, ele reúne governadores tucanos e o ex-presidente FHC para lançar a frente da ilegalidade; no campo da lei, 16 governadores já se posicionaram contra o golpe
"O PSDB amanhã entra com ação na PGR para impedir que a presidente continue a utilizar estrutura do governo para defender-se das acusações que a ela são feitas em relação ao impeachment. O PT sempre teve enorme dificuldade de diferenciar aquilo que é publico daquilo que é privado, aquilo que é publico daquilo que é partidário", disse o senador Aécio Neves (PSDB-MG) nesta tarde; depois de tentar, em parceria com Eduardo Cunha (PMDB-RJ), um golpe baseado em acusações que ainda não foram julgadas pelo Congresso (as chamadas 'pedaladas' de 2014 e 2015), Aécio quer que Dilma seja proibida de se defender; nesta noite, ele reúne governadores tucanos e o ex-presidente FHC para lançar a frente da ilegalidade; no campo da lei, 16 governadores já se posicionaram contra o golpe (Foto: Gisele Federicce)
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247 – O PSDB quer impedir a presidente Dilma Rousseff de defender-se das acusações que fundamentam o pedido de seu impeachment durante suas atividades como presidente. O presidente do partido, senador Aécio Neves (MG), informou no Senado que nesta sexta-feira 11 a legenda vai entrar com ação na Procuradoria Geral da República neste sentido.

"O PSDB amanhã entra com ação na PGR para impedir que a presidente continue a utilizar estrutura do governo para defender-se das acusações que a ela são feitas em relação ao impeachment. O PT sempre teve enorme dificuldade de diferenciar aquilo que é publico daquilo que é privado, aquilo que é publico daquilo que é partidário", disse o tucano.

"É uma ação na qual solicitamos à Procuradoria Geral que se manifeste sobre a legalidade da utilização de espaços públicos, de eventos públicos, porque isso está vindo em um crescente e sequer iniciamos ainda a discussão do processo de impeachment no Congresso Nacional. Queremos deixar claro que, a nosso ver, essa defesa não pode ser feita instrumentalizando, mais uma vez, o Estado, utilizando a estrutura do Estado, os eventos públicos do Palácio do Planalto. Deve ser feita, obviamente, por ela, do ponto de vista pessoal e também pelo seu partido", acrescentou.

Dilma vem falando contra o impeachment nos eventos de que participa, como fez nesta quarta ao entregar unidades do Minha Casa, Minha Vida em Roraima. Outro fato criticado por Aécio nessa semana foi a transmissão pela NBR, a TV do governo federal, da reunião entre Dilma e 30 juristas que se posicionaram contra o impeachment no Palácio do Planalto.

Às 19 horas, o PSDB reúne toda sua tropa sob o comando do ex-presidente Fernando Henrique Cardoso em Brasilia. Estarão presentes os membros da Executiva, os governadores e os líderes na Câmara e no Senado para discutir o andamento do impeachment. Mais cedo, Aécio e o governador de São Paulo, Geraldo Alckmin (PSDB), se reuniram para debater o mesmo tema.

Aécio minimizou as manobras do presidente da Câmara, Eduardo Cunha (PMDB-RJ), contra o andamento do processo de sua cassação no Conselho de Ética da Casa, alegando que agora ele deixou de ter "protagonismo central" no andamento do impeachment.

O senador tucano também disse desconhecer oficialmente o fato de o vice-presidente, Michel Temer, com quem conversou ontem no jantar na casa do senador Eunício Oliveira (PMDB-CE), ter assinado três decretos orçamentários sem número, que integram a mesma série dos assinados por Dilma, pelos quais está sendo acusada de crime de responsabilidade.

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