Aécio passa a atuar em frente antibolivariana

Senador foi o único brasileiro convidado a falar no IV Forum de Lima - América Latina: desafios e oportunidades, que acontece no Peru amanhã e sexta-feira; presidente do PSDB, principal partido de oposição ao governo Dilma, Aécio Neves discorrerá sobre o tema "Entre o populismo e a liberdade", em meio a nomes de oposição aos governos progressistas da América Latina; para discutir a Venezuela, por exemplo, estarão Mitzy Capriles de Ledezma, esposa do prefeito de Caracas Antonio Ledezma, líder da oposição a Nicolás Maduro preso recentemente, e Lilian Tintori de López, ativista de direitos humanos e casada com o também oposicionista preso Leopoldo López, presidente do partido Voluntad Popular; o evento é promovido pela Fundação Internacional para a Liberdade, do escritor Mario Vargas Llosa

Senador foi o único brasileiro convidado a falar no IV Forum de Lima - América Latina: desafios e oportunidades, que acontece no Peru amanhã e sexta-feira; presidente do PSDB, principal partido de oposição ao governo Dilma, Aécio Neves discorrerá sobre o tema "Entre o populismo e a liberdade", em meio a nomes de oposição aos governos progressistas da América Latina; para discutir a Venezuela, por exemplo, estarão Mitzy Capriles de Ledezma, esposa do prefeito de Caracas Antonio Ledezma, líder da oposição a Nicolás Maduro preso recentemente, e Lilian Tintori de López, ativista de direitos humanos e casada com o também oposicionista preso Leopoldo López, presidente do partido Voluntad Popular; o evento é promovido pela Fundação Internacional para a Liberdade, do escritor Mario Vargas Llosa
Senador foi o único brasileiro convidado a falar no IV Forum de Lima - América Latina: desafios e oportunidades, que acontece no Peru amanhã e sexta-feira; presidente do PSDB, principal partido de oposição ao governo Dilma, Aécio Neves discorrerá sobre o tema "Entre o populismo e a liberdade", em meio a nomes de oposição aos governos progressistas da América Latina; para discutir a Venezuela, por exemplo, estarão Mitzy Capriles de Ledezma, esposa do prefeito de Caracas Antonio Ledezma, líder da oposição a Nicolás Maduro preso recentemente, e Lilian Tintori de López, ativista de direitos humanos e casada com o também oposicionista preso Leopoldo López, presidente do partido Voluntad Popular; o evento é promovido pela Fundação Internacional para a Liberdade, do escritor Mario Vargas Llosa (Foto: Gisele Federicce)

247 – O senador Aécio Neves, presidente do principal partido de oposição ao governo da presidente Dilma Rousseff, o PSDB, embarcou de vez na campanha antibolivariana na América Latina. O tucano foi o único brasileiro convidado a falar no IV Forum de Lima - América Latina: desafios e oportunidades, que acontece em Lima, no Peru, nesta quinta 26 e sexta-feira 27. O evento é promovido pela Fundação Internacional para a Liberdade, presidida pelo escritor Mario Vargas Llosa.

Aécio discorrerá sobre o tema "Entre o populismo e a liberdade", em meio a nomes de oposição aos governos progressistas no continente, como o ex-presidente da Colômbia Andrés Pastranha Arango, membro do Partido Conservador Colombiano, e o ex-presidente uruguaio Jorge Batlle, que já chegou a justificar a repressão da ditadura militar naquele país.

Para discutir a Venezuela, estarão presentes Mitzy Capriles de Ledezma, esposa do prefeito de Caracas Antonio Ledezma, líder da oposição preso recentemente, e Lilian Tintori de López, ativista de direitos humanos e casada com Leopoldo López, também preso recentemente e presidente do partido Voluntad Popular, opositor ao governo de Nicolás Maduro.

No período das eleições presidenciais, Aécio Neves, que ficou em segundo lugar na disputa ao Planalto, manifestou seu receio a um risco de 'bolivarianismo' no Brasil, com o mesmo fervor expressado pela extrema-direita venezuelana ou pelos Estados Unidos. Em uma entrevista, o senador tucano alertou para o risco de o Judiciário do País se tornar politizado pelo fato de a maioria dos ministros do Supremo Tribunal Federal terem sido indicação do governo do PT.

"É preciso que o Congresso esteja muito atento às novas indicações, seja para o STJ, seja para o STF. Não podemos permitir que haja qualquer tipo de alinhamento político do Judiciário brasileiro. A sociedade está mais atenta do que nunca para que as nossas instituições sejam preservadas", declarou.

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