Aécio quer Meirelles na vice e tempo de TV do PSD

Articulação conduzida pessoalmente pelo senador Aécio Neves (PSDB-MG) para atrair o ex-presidente do Banco Central, Henrique Meirelles, como vice em sua chapa disparou alerta máximo no Palácio do Planalto; com Meirelles, além de ter um nome que atuou durante oito anos no governo Lula, Aécio levaria ainda o tempo de televisão do PSD, de Gilberto Kassab, que, até agora, tem jurado fidelidade à reeleição da presidente Dilma; articulação também demonstra que Aécio busca um nome para se livrar, rapidamente, de José Serra

Articulação conduzida pessoalmente pelo senador Aécio Neves (PSDB-MG) para atrair o ex-presidente do Banco Central, Henrique Meirelles, como vice em sua chapa disparou alerta máximo no Palácio do Planalto; com Meirelles, além de ter um nome que atuou durante oito anos no governo Lula, Aécio levaria ainda o tempo de televisão do PSD, de Gilberto Kassab, que, até agora, tem jurado fidelidade à reeleição da presidente Dilma; articulação também demonstra que Aécio busca um nome para se livrar, rapidamente, de José Serra
Articulação conduzida pessoalmente pelo senador Aécio Neves (PSDB-MG) para atrair o ex-presidente do Banco Central, Henrique Meirelles, como vice em sua chapa disparou alerta máximo no Palácio do Planalto; com Meirelles, além de ter um nome que atuou durante oito anos no governo Lula, Aécio levaria ainda o tempo de televisão do PSD, de Gilberto Kassab, que, até agora, tem jurado fidelidade à reeleição da presidente Dilma; articulação também demonstra que Aécio busca um nome para se livrar, rapidamente, de José Serra (Foto: Leonardo Attuch)
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247 - Uma articulação tornada pública neste domingo pela jornalista Vera Magalhães, do Painel (leia mais aqui), revela: o senador Aécio Neves (PSDB-MG) corre para se livrar da hipótese de ter que aceitar uma chapa puro-sangue, na qual seu vice seria o ex-governador José Serra. O nome dos sonhos de Aécio é o ex-presidente do Banco Central, Henrique Meirelles, que já foi tucano e peemedebista, mas hoje pertence aos quadros do PSD, de Gilberto Kassab.

Embora tenha entrado na política pelas mãos do PSDB, pelo qual se elegeu um dos parlamentares mais votados de Goiás, Meirelles, logo em seguida, decidiu servir ao governo do ex-presidente Lula. Presidiu o BC durante oito anos, período em que o Brasil acumulou mais de US$ 300 bilhões em reservas e chegou ao grau de investimento.

Em 2009, se filiou ao PMDB, onde sonhava em ser vice na chapa da presidente Dilma Rousseff. Foi preterido por Michel Temer e não encontrou espaço no governo. Deixou o Banco Central e também não foi encaixado na Autoridade Pública Olímpica, cargo para o qual foi cogitado. Colunista dominical da Folha de S. Paulo, Meirelles tem feito críticas discretas à política econômica, sinalizando um eventual descontentamento com os rumos do governo, embora Gilberto Kassab, presidente nacional do PSD, já tenha dito algumas vezes que o apoio à reeleição da presidente Dilma está garantido. Sua aproximação recente com o governador Geraldo Alckmin, no entanto, assusta o Palácio do Planalto.

Leia, abaixo, as notas do Painel sobre Meirelles: 

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Alerta máximo

A preocupação do PT com a reaproximação entre Gilberto Kassab e o PSDB não se resume a São Paulo. Começa a ganhar corpo uma articulação para que Henrique Meirelles, ex-presidente do Banco Central de Lula, seja vice na chapa de Aécio Neves. A possibilidade de o PSD romper o acordo para apoiar Dilma Rousseff e se aliar aos tucanos nas disputas nacional e paulista levou o Planalto a marcar conversa de Kassab com a presidente nesta semana. Lula também entrou no circuito.

Cortesia Na sexta-feira, Aécio e Meirelles tomaram um café amistoso durante compromisso do tucano na Amcham, a câmara de comércio Brasil-EUA, em São Paulo.

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Capital-trabalho Um dos entusiastas da opção do ex-presidente do BC como companheiro de chapa do mineiro é o presidente da Força Sindical e do SDD, Paulinho da Força (SP).

Leia, ainda, um trecho da coluna de Meirelles deste domingo, em que ele defende pragmatismo na área econômica:

"A China passou do extremo ideológico para o pragmatismo, buscando na economia, na ciência e na administração pública as soluções mais eficazes para cada situação específica. É uma lição para todos, principalmente na América Latina, ainda contaminada, em graus diferentes, por pensamentos ideológicos onde eles não são aplicáveis. O exemplo chinês mostra que o foco na eficiência e no resultado é o melhor caminho para a sociedade."

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