Aécio sobre contas de Alckmin e Dilma: “há uma incongruência aí”

Senador disse não conhecer "detalhes da reprovação das contas do governador" de São Paulo, mas afirma que, pelo que foi informado, "são problemas que facilmente serão sanáveis"; questionado sobre o fato de a contabilidade da campanha de Geraldo Alckmin ter sido reprovada pelo TRE e a da presidente Dilma ter sido aprovada, afirmou "há uma incongruência aí"

Senador disse não conhecer "detalhes da reprovação das contas do governador" de São Paulo, mas afirma que, pelo que foi informado, "são problemas que facilmente serão sanáveis"; questionado sobre o fato de a contabilidade da campanha de Geraldo Alckmin ter sido reprovada pelo TRE e a da presidente Dilma ter sido aprovada, afirmou "há uma incongruência aí"
Senador disse não conhecer "detalhes da reprovação das contas do governador" de São Paulo, mas afirma que, pelo que foi informado, "são problemas que facilmente serão sanáveis"; questionado sobre o fato de a contabilidade da campanha de Geraldo Alckmin ter sido reprovada pelo TRE e a da presidente Dilma ter sido aprovada, afirmou "há uma incongruência aí" (Foto: Gisele Federicce)
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247 – O senador Aécio Neves (PSDB-MG) afirmou que "há um incongruência" sobre o fato de as contas de campanha do governador eleito de São Paulo, Geraldo Alckmin (PSDB), terem sido reprovadas pelo TER-SP e as da presidente Dilma Rousseff terem sido aprovadas no TSE nesta quarta-feira 10.

"É o que você falou, há uma incongruência aí. Não conheço detalhes da reprovação das contas do governador Geraldo Alckmin, mas pelo que fui informado são problemas que facilmente serão sanáveis", declarou o tucano, após encontro com parlamentares mineiros que apoiaram sua candidatura, em Belo Horizonte.

Aécio acrescentou que reprovar as contas de Dilma nunca foi "uma questão central" para ele. "Essa nunca foi, para mim, uma questão central, reprovar as contas da presidente Dilma. O que precisamos é estabelecer um nível de oposição. Claro, firme ao desgoverno que foi, a meu ver, a principal marca dela, ao longo dos anos. Não questiono o resultado das urnas. Fui talvez o primeiro brasileiro a reconhecer a nossa derrota. Que foi uma derrota eleitoral, mas não foi uma derrota política", avaliou.

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