Alckmin diz que críticas de Tasso ao comportamento do PSDB foram 'sinceras'

O candidato do PSDB à Presidência da República, Geraldo Alkmin, disse que o senador e ex-presidente do partido tucano Tasso Jereissati (CE) fez uma autocrítica "sincera e honesta" sobre os erros da legenda; na semana passada, Tasso reconheceu que o PSDB, que apoiou o golpe, cometeu "erros memoráveis" após ser derrotado nas eleições de 2014 apenas para inviabilizar o governo do PT

Alckmin  diz que críticas de Tasso ao comportamento do PSDB foram 'sinceras'
Alckmin diz que críticas de Tasso ao comportamento do PSDB foram 'sinceras' (Foto: Ueslei Marcelino/Reuters)

247 - O candidato do PSDB à Presidência da República, Geraldo Alkmin, disse que o senador e ex-presidente do partido tucano Tasso Jereissati (CE) fez uma autocrítica "sincera e honesta" sobre os erros da legenda. Na semana passada, Tasso reconheceu que o PSDB – que apoiou o golpe que depôs a presidente eleita Dilma Rousseff - cometeu "erros memoráveis" após ser derrotado nas eleições de 2014, como aprovar pautas bombas e contestar o resultado das urnas, apenas para inviabilizar o governo do PT

Apesar disso, Alckmin destacou que a campanha de Fernando Haddad (PT) vem utilizando a declaração feita por Tasso de uma maneira "desonesta". Ele (Haddad) usou esta entrevista, uma avaliação sincera e honesta do Tasso, de forma desonesta", afirmou Alckmin. Durante participação em uma sabatina realizada pela revista Veja. "Querer achar que o PSDB é responsável pela crise do governo do PT é inacreditável", disse.

Alckmin também negou que o PSDB tenha questionado a legitimidade do pleito de 2014. "É muito bom autocrítica. Todos os partidos deveriam fazê-la. Por isso defendo a reforma política. Os partidos estão fragilizados e acho a autocrítica importante. Não houve um questionamento da legitimidade da eleição (de 2014). Ninguém questionou a legitimidade da eleição", assegurou.

"Uma coisa é questionar a legitimidade, outra é dizer que durante o processo (eleitoral), houve abuso politico, econômico. O que aconteceu foi que para ganhar a eleição, como o PT não tem limites para o poder, se comprometeu as finanças públicas. Quebraram o governo federal. Querer responsabilizar a oposição que está há 16 anos fora do governo não é adequado", completou.

 

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