Alckmin diz que era mais difícil vencer Lula em 2006

Governador de São Paulo, Geraldo Alckmin (PSDB), disse que era mais difícil derrotar Lula em 2006 porque o PT estava no auge e o ex-presidente era o maior líder do País; "Perdi (em 2006) e quero reiterar aqui: eu acho que eu não estava preparado", afirmou; "Acho que eu estou muito mais preparado hoje em relações às questões do País, às questões nacionais, mas tudo isso [eleições] é no ano que vem", completou; Alckmin, que pretende se lançar rumo ao Planalto nas próximas eleições e que foi citado por delatores como sendo beneficiário de propinas por meio de caixa 2, disse não temer se tornar ilegível para 2018

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alckmin (Foto: Paulo Emílio)

247 - O governador de São Paulo, Geraldo Alckmin (PSDB), disse que era mais difícil derrotar Lula e o PT em 2006 porque o PT estava no auge e o ex-presidente era o maior líder do País. Alckmin, que pretende se lançar rumo ao Planalto nas próximas eleições e que foi citado por delatores como sendo beneficiário de propinas por meio de caixa 2, disse não temer se tornar ilegível para 2018.

Alckmin disse se sentir mais preparado agora para disputar a presidência do que em 2006, quando disputou a presidência e perdeu o pleito para o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, então candidato à reeleição.

"Perdi (em 2006) e quero reiterar aqui: eu acho que eu não estava preparado", afirmou. "Acho que eu estou muito mais preparado hoje em relações às questões do País, às questões nacionais, mas tudo isso [eleições] é no ano que vem", completou.

Alckmin disse, ainda, que a disputa contra Lula em 2006 foi desigual. "Alguém que não está disputando no cargo tem que renunciar nove meses antes [da eleição], o outro disputa no cargo. Disputei contra o Lula naquela época que o PT estava com tudo, com a bola toda, o Lula era o maior líder brasileiro e ganhei a eleição no Rio Grande do Sul, em Santa Catarina, Paraná, São Paulo, Goiás, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Rondônia e Roraima", afirmou.

O governador também disse que o PSDB deverá realizar prévias para definir quem será o candidato do partido em 2018, já que o senador e atual presidente da legenda, Aécio Neves (MG), também deseja ser o candidato tucano no próximo pleito presidencial.

 

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